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gt_hegel · Crítica e retomada do Sistema de Hegel
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#803 De: GT-HEGEL DA ANPOF <gt_hegel@...>
Data: Ter, 17 de Nov de 2009 6:10 pm
Assunto: Concurso Prof. Titular em Filosofia na UFPE [Edital publicado]
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Prezados Hegelianos e Hegelianas
 
 
O UFPE torna público concurso para Titular em filosofia na UFPE com 2 vagas. Para maiores informações ver [http://www.proacad.ufpe.br/dde/edital_prof_magisterio_superior_2009/edital_154_16112009.htm}
 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO EDITAL N° 154

de 12 de novembro de 2009 publicado no D.O.U. n° 218 de 16/11/2009

1 - ÁREA DO CONCURSO: Filosofia

2 - CLASSE: Titular

3 -PERFIL DO CANDIDATO: Professor Associado ou Professor Adjunto; Livre-Docente ou pessoa de Notório Saber ou portador de título de Doutor em Filosofia.

4 - PROVAS:

O Concurso constará de:

a) julgamento do "Curriculum Vitae", com peso 03 (três); conforme disposto nos itens 3.3 a 3.8 do Edital n°154 e na Tabela de Pontuação para Julgamento de Títulos- para Concurso Público de Provas e Títulos, para provimento de Cargo Docente da Carreira do Magistério Superior (Professor Titular) do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE.

b) defesa do Memorial, com peso 4 (quatro); realizado na forma prevista nos itens 3.9; 3.10; 3.11; 3.13; 3.14; 3.15; 3.16 e 3.17 do Edital n° 154 de 12 de novembro de 2009, publicado no D.O.U. n° 218 de 16/11/2009.

c) Apresentação e defesa de trabalho escrito no formato de artigo ou ensaio científico, com peso 3 (três). O trabalho escrito inédito (em formato de ensaio ou artigo científico) será apresentado oralmente pelo candidato, e terá a duração de 50 (cinqüenta) minutos a 60 (sessenta) minutos, seguida de argüição, com duração máxima de uma hora por examinador: até 30 (trinta) minutos para argüição e até 30 (trinta) minutos para resposta do candidato.

 
Boa sorte ao hegelianos que se candidatarem!
 
GT-HEGEL, Gestão 2008-2010:

Coordenador:
Prof. Dr. Leonardo Alves Vieira (UFMG)

Vice-Coordenador:
Prof. Dr. José Pinheiro Pertille (UFRGS)

Secretário:
Prof. Dt. Danilo Vaz-Curado R. M. Costa (UFRGS)


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#802 De: GT-HEGEL DA ANPOF <gt_hegel@...>
Data: Ter, 17 de Nov de 2009 1:53 pm
Assunto: Colóquio OSbre Schelling em portugal
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Prezados Membros do GT Hegel

 

 

Segue informativo sobre Congresso sobre Schelling em Portugal, no qual participará a Profa. Márcia Gonçalves.

 

Acção e história: a questão da liberdade humana

Action et histoire: la liberté humaine en question

Handlung und Geschichte: das Problem der

menschlichen Freiheit

Colóquio Internacional comemorativo do bicentenário das Investigações

Filosóficas sobre a Essência da Liberdade Humana de F. W. J. Schelling

Colloque international commémorant le bicentenaire des Recherches

philosophiques sur l´essence de la liberté humaine de F. W. J. Schelling

Internationale Tagung zum zweihundertjährigen Jubiläum der

Philosophischen Untersuchungen über das Wesen der menschlichen

Freiheit von F. W. J. Schelling

Universidade de Coimbra Université de Coimbra Universität Coimbra

Faculdade de Letras Faculté des Lettres Philosophische Fakultät

19-21 de Novembro de 2009 19-21 novembre 2009 19.-21. November 2009

Sala Victor Matos Salle Victor Matos Raum Victor Matos

PROGRAMA

PROGRAMME

PROGRAM

19 de Novembro 19 novembre 19. November

9h00-9h45 : Recepção dos participantes / Accueil des participants / Empfang der

Teilnehmer

9h45-10h15 : Abertura do colóquio / Ouverture du colloque / Eröffnung der Tagung

Prof. Doutor Carlos André (Director da Faculdade / Directeur de la Faculté / Leiter der

Fakultät)

Prof. Doutora Maria Luísa Potocarrero (Directora do Departamento de Filosofia,

Comunicação e Informação / Directrice du Département de Philosophie,

Communication et Information / Leiterin des Fachbereichs für Philosophie,

Kommunikation und Information)

Prof. Doutor António Manuel Martins (Coordenador da Unidade de Investigação

« Linguagem, Interpretação e Filosofia » / Coordinateur de l´Unité de recherche

« Langage, interprétation et philosophie » / Leiter des Forschungzentrums

« Sprache, Interpretation und Philosophie »)

Prof. Doutor Diogo Ferrer (Organizador do Colóquio / Organisateur du colloque /

Organisator der Tagung)

Mestre Teresa Pedro (Organizadora do Colóquio / Organisatrice du colloque /

Organisatorin der Tagung)

Secção I: Historicidade / Section I: Historicité / Sektion I: Historizität

Moderador / Modérateur / Moderator : Prof. Doutora Maria Luísa Portocarrero

10h15-11h15 : Conferências / Conférences / Vorträge

Jean-François Marquet (Université Paris IV-Sorbonne): Le statut de l´histoire dans les

Recherches

Manuel José do Carmo Ferreira (Universidade de Lisboa): «O nascimento do espírito é

o reino da historia »: a complexidade do começo nas Investigações

[« La naissance de l´esprit est le royaume de l´histoire » : la complexité du

commencement dans les Recherches]

11h15-11h35 : Discussão / Discussion / Gespräch

11h35-11h50 : Pausa café / Pause café / Kaffeepause

11h50-12h50 : Conferências / Conférences / Vorträge

Katia Hay (Universidade de Lisboa): La réalisation de la liberté dans l´histoire.

Tensions e conflits entre existentialisme et providentialisme chez Schelling

Ana Carrasco Conde (Universidad Carlos III, Madrid) : Einen Herrn nöthig ist: Der

Staat als Fluch und das Problem des Bösen in der Geschichte

12h50-13h10 : Discussão / Discussion / Gespräch

13h10-15h00 : Pausa para Almoço / Pause déjeuner / Mittagspause

Secção II: Liberdade e vontade / Section II: Liberté et volonté / Sektion II: Freiheit

und Wille

Moderador / Modérateur / Moderator: Mestre Teresa Pedro

15h00-16h00 : Conferências / Conférences / Vorträge

Diogo Ferrer (Universidade de Coimbra): Le fondement de la `liberté réelle´ dans les

Recherches sur la liberté humaine de Schelling

Francesc Pereña (Universitat de Barcelona) : Panteísmo y libertad: el problema de la

compatibilidad

16h00-16h20 : Discussão / Discussion / Gespräch

16h20-16h50 : Pausa café / Pause café / Kaffeepause

16h50-17h50 : Conferências / Conférences / Vorträge

Emmanuel Cattin (Université Clermont-Ferrand II): La nuit de la volonté

Jacinto Rivera de Rosales (UNED, Madrid): "Wollen ist Ursein"

17h50-18h10 : Discussão / Discussion / Gespräch

18h10 : Fim do primeiro dia / Clôture de la première journée / Ende des ersten Tages

20 de Novembro 20 novembre 20. November

Secção III: Recepção e prolongamentos / Section III: Réception et prolongements /

Sektion III: Rezeption und Weiterentwicklung

Moderador / Modérateur / Moderator : Prof. Doutor Carlos Morujão

9h40-10h40 : Conferências / Conférences / Vorträge

Jean-François Courtine (Université Paris IV-Sorbonne): Heidegger lecteur des

Recherches de 1809 : la liberté et le mal

Teresa Pedro (Université Paris IV- Sorbonne): La réception de Schelling chez

Habermas: histoire et matérialisme dans les Recherches

10h40-11h00 : Discussão / Discussion / Gespräch

11h00-11h30 : Pausa café / Pause café / Kaffeepause

11h30-12h30 : Conferências / Conférences / Vorträge

Henrique Jales Ribeiro (Universidade de Coimbra): The Reception of Schelling´s

Philosophy in Portugal and Europe from the Second-Half of the 19th Century to the

Beginning of the 20th

Jean-Christophe Goddard (Université Toulouse II - Le Mirail): Freud et Schelling. Das

Unheimliche

12h30-12h50 : Discussão / Discussion / Gespräch

12h50-15h00 : Pausa para Almoço / Pause déjeuner / Mittagspause

Secção IV: Natureza e liberdade / Section IV: Nature et liberté / Sektion IV: Natur

und Freiheit

Moderador / Modérateur / Moderator : Prof. Doutor Diogo Ferrer

15h00-16h00 : Conferências / Conférences / Vorträge

Günter Zöller (Ludwig-Maximilians-Universität München): "Daß nicht allein die

Ichheit alles, sondern auch umgekehrt alles Ichheit sei". Zur Naturgeschichte der

Freiheit bei Fichte und Schelling

Gilles Marmasse (Université Paris IV-Sorbonne) : Nature en Dieu chez Schelling et

naturalité de l'esprit chez Hegel

16h00-16h20 : Discussão / Discussion / Gespräch

16h20-16h50 : Pausa café/ Pause café/ Kaffeepause

16h50-17h50 : Conferências / Conférences / Vorträge

Márcia Gonçalves (Universidade Estadual do Rio de Janeiro): Wie kann man das von

Schelling in seinem Freiheitschrift gesetzte Problem der Freiheit aus den Prinzipien

seiner Naturphilosophie lösen?

Lore Hühn (Albert-Ludwigs Universität Freiburg) : Über die Freiheit des Menschen

und die Freiheit der Natur. Ein Versuch zur naturphilosophischen Fundierung der

menschlichen Freiheit bei Schelling (1809)

17h50-18h00 : Discussão / Discussion / Gespräch

Secção V: Fundamentação e Reflexão / Section V: Fondation et réflexion / Sektion

V: Begründung und Reflexion

Moderador / Modérateur / Moderator : N.N.

18h00-18h30 : Conferência / Conférence / Vortrag

Carlos Morujão (Universidade Católica, Lisboa): Identidade, fundamento e

consequência. O Freiheitsschrift e os limites da lógica da não-contradição

[Identité, fondement et conséquence. La Freiheitschrift et les limites de la logique de la

non-contradiction]

18h30-18-40 : Discussão / Discussion /Gespräch

18h40 : Fim do segundo dia / Clôture de la deuxième journée / Ende des zweiten Tages

21 de Novembro 21 novembre 21. November

Secção V: Fundamentação e Reflexão / Section V: Fondation et réflexion / Sektion

V: Begründung und Reflexion (cont. / Fortsetzung)

Moderador / Modérateur / Moderator : Prof. Doutor Jean-Christophe Goddard

9h30-10h30 : Conferências / Conférences / Vorträge

Markus Gabriel (Rheinische Friedrich-Wilhelms-Universität Bonn): Der Ungrund als

das uneinholbar Andere der Reflexion - Schelling Ausweg aus dem Idealismus

Christoph Asmuth (Technische Universität zu Berlin): Grund - Tiefe - Ungrund.

Überlegungen zur Begründungsproblematik im Anschluss an Schellings Freiheitsschrift

10h30-10h50 : Discussão / Discussion / Gespräch

10h50-11h20 : Pausa café / Pause café / Kaffeepause

Secção VI: Individualidade / Section VI: Individualité / Sektion VI: Individualität

Moderador / Modérateur / Moderator : Prof. Doutor Jacinto Rivera de Rosales

11h20-12h20 : Conferências / Conférences / Vorträge

Edmundo Balsemão (Universidade de Coimbra) : Liberdade, Força Geradora e

Individuação na Filosofia dos Weltalter-Fragmente

[Liberté, force génératrice et individuation dans la philosophie des Weltalter-

Fragmente]

Mildred Galland-Smyzkowiak (CNRS-Paris) : L´individualité dans les Recherches de

Schelling

12h20-12h40 : Discussão / Discussion / Gespräch

12h40 : Fecho do colóquio / Clôture du colloque / Ende der Tagung

Organização e contactos:

Prof. Doutor Diogo Ferrer dferrer@...

Mestre Teresa Pedro teresapedro@...


 
GT-HEGEL, Gestão 2008-2010:


Coordenador:
Prof. Dr. Leonardo Alves Vieira (UFMG)


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Prof. Dr. José Pinheiro Pertille (UFRGS)


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Prof. Dt. Danilo Vaz-Curado R. M. Costa (UFRGS)


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#801 De: Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa <danilocostaadv@...>
Data: Qua, 21 de Out de 2009 3:02 pm
Assunto: Edital CNPq 16/2009: Apoio e incentivo a editoração e publicação de periódicos científicos
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Edital CNPq 16/2009: Apoio e incentivo a editoração e publicação de periódicos científicos

 


O edital tem por objetivo apoiar e incentivar a editoração e publicação de periódicos científicos brasileiros, em todas as áreas do conhecimento, sendo considerado prioritário o apoio às revistas divulgadas por meio eletrônico, na Internet, em modo de acesso aberto, ou de forma impressa/eletrônica simultaneamente.

A proposta deve atender aos objetivos, exigências e condições do Edital, e, periódico deve ter como características obrigatórias:

a) o periódico deve ser mantido e editado por instituição, associação ou sociedade científica brasileira, sem fins lucrativos;

b) estar indexado em indexadores relevantes e reconhecidos pela comunidade científica e tecnológica;

c) estar indexado na base de dados SciELO e/ou estar classificado no Qualis da CAPES na área ou subárea do conhecimento para a qual esteja se candidatando;

Observação: O periódico deve estar efetivamente indexado e não figurando em coleções como Bibliotecas ou outras do tipo;

d) possuir abrangência nacional/internacional quanto a autores, corpo editorial e conselho científico, com afiliação institucional em todos os fascículos;

e) não ser revista departamental, regional, ou de curso de pós-graduação que publique predominantemente artigos de autores locais;

f) ter mais de 80% de artigos científicos e/ou técnico-científicos publicados e gerados a partir de pesquisas originais, não divulgadas em outras revistas;

g) ter circulado de forma regular nos 2 (dois) anos imediatamente anteriores à data da solicitação(ou seja 2007-2008);

h) apresentar periodicidade de pelo menos 2 (dois) fascículos ao ano

i) possuir número internacional normatizado para publicações seriadas - ISSN (obtido junto ao Instituto Brasileiro de Informação em C&T-IBICT);

j) representar em relação a outros periódicos da mesma área , a opção majoritária de publicações por autores brasileiros.

Observação: O periódico deve atender as características acima até a data limite de submissão das propostas.

Data limite para submissão das propostas: 09/11/2009

MAIS INFORMAÇÕES NO SITE: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/016.htm



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#800 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Sex, 9 de Out de 2009 12:16 am
Assunto: Seminário de Teologia especulativa: Adiamento Sessão III, de 2009/2
speculativus
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,

Em vista do feriado de 12 de outubro próximo, segunda-feira, estamos adiando a
Sessão III, de 2009/2, do Seminário de Teologia especulativa. A nova data será
informada em 18/12, quando do Seminário sobre a Ciência da Lógica de Hegel.

Abraço,
Manuel Moreira

  --
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
http://www.hyperapophasis.net

Editor de Contradictio - Revista de Filosofia (UFPR)
Editor da Revista Estudos Hegelianos (SHB)
CELULAR: 55 42 9927-9227
SKYPE: Speculativus
MSN: speculativus@...

#799 De: Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa <danilocostaadv@...>
Data: Qui, 8 de Out de 2009 2:03 am
Assunto: XII Encontro Nacional de Editores Científicos (ENEC) - entre 23 e 27/11/2009, em Águas de Lindóia – SP
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XII Encontro Nacional de Editores Científicos (ENEC) - entre 23 e 27/11/2009, em Águas de Lindóia – SP

Há cerca de mais ou menos 15 anos o paradigma editorial era: publicar ou perecer, hoje é: seja citado e será reconhecido! Estas mudanças comportamentais estão no foco principal de discussão do XII Encontro Nacional de Editores Científicos (ENEC), que será realizado entre 23 e 27 de novembro de 2009, no Hotel Majestic em Águas de Lindóia – SP.
 
Haverá mini-cursos, mini-workshop de submissão SciELO, reuniões de Editores, prêmio editor do futuro, exposição de posters e de revistas, além de um Fórum de áreas aberto pelos Diretores de Avaliação da CAPES. Neste último iniciar-se-á a construção de diretrizes para a conquista de indexadores e aumento do fator de impacto dos nossos periódicos.
 
Para mais detalhes e reserva de vagas entre na página da ABEC http://www.abecbrasil.org.br . As inscrições serão realizadas apenas por meio eletrônico.
A comissão organizadora sugere Campinas como último desembarque para os que virão por via aérea. Isto além de ficar mais perto e mais barato facilita o "transfer" das empresas parceiras.
 
 
atc


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#798 De: GT-HEGEL DA ANPOF <gt_hegel@...>
Data: Sáb, 3 de Out de 2009 1:05 pm
Assunto: XXVIII. Internationaler Hegel-Kongress der Internationalen Hegel-Gesellschaft
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Queridos Amigos e Amigas do GT Hegel
 
Segue chamada para o :
 

XXVIII. Internationaler Hegel-Kongress der Internationalen Hegel-Gesellschaft e.V.

 

Sarajevo (Bosnien/Herzegovina) 15.9.-19.9.2010
 
HEGEL UND DIE MODERNE
 

 

Leiter des örtlichen Organisationskomitees: Prof. Dr. Samir Arnautovic, Vizerektor der Universität Sarajevo und Mitglied des Beirates der Internationalen Hegel-Gesellschaft e.V.

 

 

Kontakt: fdtsa@...                                                                                        www.fdt.ba

 

http://www.hegel-gesellschaft.de/

 

Abraços,

 

Danilo Vaz Curado


 
GT-HEGEL, Gestão 2008-2010:

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#797 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Qui, 24 de Set de 2009 3:38 pm
Assunto: Hegel e o Trabalho do Negativo: José Henrique Santos na HyperRede
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Hegelianas e Hegelianos,

Na contagem regressiva para o nosso V Congresso Internacional da SHB,
apresentamos a todos uma peça de importância para os estudos hegelianos neste
novo espaço de discussão que é a internet e, mais precisamente, o advento das
videoconferencias.

Trta-se da disponibilização da palestra do professor José Henrique Santos (UFMG)
ao Programa Biblioteca Digital Virtual, da PUC/MG, pode ser visualizada na
HyperRede: www.livestream.com/hyperrede

Os interessados em assistir à palestra de modo mais direto devem clicar em MENU,
depois em BROWSE ON-DEMAND LIBRARY e, enfim, em HEGEL E O TRABALHO DO
NEGATIVO... Procedimento também aplicável aos outros programas aí disponíveis
...

A palestra, proferida nos moldes de uma entrevista, discute os temas principais
do livro sobre o Trabalho do Negativo, lançado pelo professor José Henrique
Santos em fevereiro de 2007.

Aqueles que quiserem ter a palestra em suas máquinas devem seguir para
http://ead01.virtual.pucminas.br/videoconferencia/ e então procederem à busca no
acervo. O vídeo pode ser baixado gratuitamente, mas está compactado e em formato
RealVídeo!

Para os que não o conhecem, o professor José Henrique Santos é docente
aposentado do Departamento de Filosofia da UFMG, tendo sido inclusive Reitor
dessa Universidade, bem como formador de um grande número de hegelianos
brasileiros, inclusive deste que vos escreve...

É isso!

Abraço,
Manuel Moreira da Silva

#796 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Qui, 24 de Set de 2009 6:07 am
Assunto: Seminário on-line sobre a Ciência da Lógica de Hegel
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,

[Seminário WdL, Sessão IV, 2009/2, disponível: www.livestream.com/hyperrede]

No último domingo, dia 20 de setembro, às 20 horas (de Brasília), pelo
SKYPE, realizamos a quarta sessão do SEMINÁRIO ON-LINE SOBRE A
CIÊNCIA DA LÓGICA neste segundo semestre de 2009.

Discutimos o segundo e o terceiro períodos do & 7 do Prefácio à Segunda edição
da Wissenschaft der Logik, além, é claro, de uma rápida revisão do primeiro
período deste parágrafo.

A discussão tratou de aguns temas e problemas recorrentes e fundamentais no
desenvolvimento sistemático da concepção hegeliana do especulativo,
especificamente do acesso ao ponto de vista e à esfera que propriamente recebem
a designação de especulativos.

A sessão foi transmitida on-line pela HyperRede e encontra-se à disposição do
interessados e das interessadas em: www.livestream.com/hyperrede

Participaram desta quarta sessão (de 2009/2) os seguintes pesquisadores:

1. André Wowk Nunes (UNICENTRO/PR - Guarapuava/PR);
2. Danilo Costa (UFRGS, GRUPO HEGEL UNICAP - Recife/PR);
3. Gilberto Malheiros (UNICENTRO/PR -  Guarapuava/PR);
4. Lincoln Menezes (UNESP - Marília/SP);
5. Manuel Moreira da Silva (UNICENTRO/PR -  Guarapuava/PR);
6. Matheus Pazos (EDT/RDT - São Paulo/SP);
7. Ricardo Pereira Tassinari (UNESP -  Marília/SP);

As sessões de nossos seminários, a partir deste segundo semestre de 2009, estão
ocorrendo como parte das atividades do Grupo de Pesquisa Inter-institucional
Hegel e o Idealismo especulativo, cadastrado no CNPq a partir do PPGF da
UNESP/Marília.

Os colegas que tiverem interesse em participar do mesmo devem entrar em contato
com os seus líderes (Manuel Moreira ou Ricardo Tassinari), bem como se fazerem
presentes nas sessões do Seminário sobre a Ciência da Lógica ou do Seminário de
Teologia especulativa.

Para participarem dos seminários, basta solicitar adição no Skype por
Speculativus.

Abraço a todos,
Manuel Moreira da Silva


  --
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
http://www.hyperapophasis.net <http://www.hyperapophasis.net>

Editor de Contradictio - Revista de Filosofia (UFPR)
Editor da Revista Estudos Hegelianos (SHB)
CELULAR: 55 42 9927-9227
SKYPE: Speculativus
MSN: speculativus@@hotmail.com

#795 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Dom, 20 de Set de 2009 7:19 am
Assunto: Seminário on-line sobre a Ciência da Lógica de Hegel
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,


Neste domingo, dia 20 de setembro, às 20 horas (de Brasília), pelo
SKYPE, ocorrerá a quarta sessão do SEMINÁRIO ON-LINE SOBRE A
CIÊNCIA DA LÓGICA neste segundo semestre de 2009.

Continuaremos a leitura do & 7 do Prefácio à Segunda edição da Wissenschaft der
Logik; leitura essa iniciada em nosso último encontro, dia 30 de agosto de 2009.

Eis os textos:

* * *
WISSENSCHAFT DER LOGIK, I, 1 (1832), paginação GW 21:

(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 5-8):
<<<<<<<<<<
Die Unvollständigkeit dieser Weise, das Denken zu betrachten, welche die
Wahrheit auf der Seite läßt, ist allein dadurch zu ergänzen, daß nicht bloß das,
was zur äußeren Formgerechnet zu werden pflegt, sondern der Inhalt mit in die
denkende Betrachtung gezogen wird.
>>>>>>>>>>>>

Tradução (Mondolfo): (CL, 1982, p. 51):
[<<<La imperfección de esta manera de considerar el pensamiento, que deja a un
lado la verdad, puede ser enmendada únicamente añadiendo que no sólo lo que se
considera como forma exterior, sino también el contenido, debe ser comprendido
en la consideración del pensamiento.>>>]


(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 8-13):
<<<<<<<<
Es zeigt sich von selbst bald, daß, was in der nächsten gewöhnlichsten Reflexion
als Inhalt von der Form geschieden wird, in der Tat nicht formlos, nicht
bestimmungslos in sich sein soll – so wäre er nur das Leere, etwa die
Abstraktion des Dings-an-sich –, daß
er vielmehr Form in ihm selbst, ja durch sie allein Beseelung und Gehalt hat und
daß sie selbst es ist, die nur in den Schein eines Inhalts sowie damit auch in
den Schein eines an diesem Scheine Äußerlichen umschlägt.
>>>>>>>>>>>>>>>

(CL, 1982, p. 51):
[<<<Muy pronto resulta evidente que lo que en la primera reflexión ordinaria se
considera como contenido, separado de la forma, en realidad no puede estar sin
forma, indeterminado en sí —en este caso
sería solamente el vacío, algo como la abstracción de la cosa en sí—, sino que
al contrario tiene la forma en sí mismo, y que sólo por medio de ésta tiene
animación y contenido, y que esta forma misma es la que se convierte en la
apariencia de un contenido, como también en la apariencia de algo extrínseco a
esta misma apariencia.>>>]

(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 13-16):
<<<<<<<<<<<<<<<
Mit dieser Einführung des Inhalts in die logische Betrachtung sind es nicht die
Dinge, sondern die Sache, der Begriff der Dinge, welcher Gegenstand wird.
Hierbei kann man aber auch daran erinnert werden, daß es eine Menge Begriffe,
eine Menge Sachen gibt.
>>>>>>>>>>>>>>>>

(CL, 1982, p. 51):
[<<<Al introducir de este modo el contenido en la consideración lógica, no son
las cosas, sino lo esencial, el concepto de las cosas, lo que se convierte en el
objeto final. Pero en relación con esto hay que recordar que hay una cantidad de
conceptos y una cantidad de cosas.>>>]


(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 17-25):
>>>>>>>>>>>>>>
Wodurch aber diese Menge beschränkt wird, ist teils vorhin gesagt worden, daß
der Begriff als Gedanke überhaupt, als Allgemeines, die unermeßliche Abbreviatur
gegen die Einzelheit der Dinge, wie sie [in] ihre[r] Menge dem unbestimmten
Anschauen und Vorstellen vorschweben, ist; teils aber ist ein Begriff sogleich
erstens der Begriff an ihm selbst, und dieser ist nur einer und ist die
substantielle Grundlage; fürs andere aber ist er wohl ein bestimmter Begriff,
welche
Bestimmtheit an ihm das ist, was als Inhalt erscheint;
die Bestimmtheit des Begriffs aber ist eine Formbe-
stimmung dieser substantiellen Einheit, ein Moment
der Form als Totalität, des Begriffes selbst, der die
Grundlage der bestimmten Begriffe ist.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>

(CL, 1982, p. 51):
[<<<En parte dije ya cómo puede limitarse esta cantidad: es decir por el hecho
de que el concepto, entendido como pensamiento en general, como universal, es la
inconmensurable abreviación frente a la singularidad de los objetos, tales como
se presentan en gran número a la intuición y a la representación indeterminadas.
Por otra parte, un concepto es ante todo el concepto en sí mismo, y éste es uno
solo, y constituye el fundamento sustancial; pero, frente a otro, es un concepto
determinado, y lo que en él se presenta como determinación es lo que aparece
como contenido. Pero la determinación del concepto es una determinación formal
de esta unidad sustancial, un momento de la forma como totalidad, del concepto
mismo, que es el fundamento de los conceptos determinados.>>>]


(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 25-30):
<<<<<<<<<<<<<<<
Dieser wird nicht sinnlich angeschaut oder vorgestellt; er ist nur
Gegenstand, Produkt und Inhalt des Denkens und die an und für sich seiende
Sache, der Logos, die Vernunft dessen, was ist, die Wahrheit dessen, was den
Namen der Dinge führt; am wenigsten ist es der
Logos, was außerhalb der logischen Wissenschaft gelassen werden soll. Es muß
darum nicht ein Belieben sein, ihn in die Wissenschaft hereinzuziehen oder ihn
draußen zu lassen.
>>>>>>>>>>>>>>>>>


(CL, 1982, p. 51-52):
[<<<Este no es intuido o representado de manera sensorial; es sólo objeto,
producto y contenido del pensamiento y es la cosa en sí y por sí, el logos, la
razón de lo que es, la verdad de lo que lleva el nombre de las (52) cosas; ahora
bien, el logos es, de todo, lo que menos debe ser excluido de la ciencia lógica.
Por eso no puede depender del albedrío introducirlo o excluirlo de la
ciencia.>>>]


(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 30-33):
<<<<<<<<<<<<<<<<<
Wenn die Denkbestimmungen, welche nur äußerliche Formen sind, wahrhaft an ihnen
selbst betrachtet werden, kann nur ihre Endlichkeit
und die Unwahrheit ihres Für-sich-sein-Sollens und, als ihre Wahrheit, der
Begriff hervorgehen.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>

(CL, 1982, p. 51-52):
[<<<Cuando las determinaciones del pensamiento, que son sólo formas exteriores,
son consideradas verdaderamente en sí mismas, puede resultar tan sólo su finitud
y la falta de verdad de su deber-ser-por-sí; su verdad resulta ser el
concepto.>>>]


(WdL, I, 1, (1832), p. 17, l. 33-p. 18, l. 3):
<<<<<<<<<<<<<<<<<<<
Daher wird die logische Wissenschaft, indem sie die
Denkbestimmungen, die überhaupt unseren Geist instinktartig und bewußtlos
durchziehen und, selbst indem sie
in die Sprache hereintreten, ungegenständlich, unbeachtet bleiben, abhandelt,
auch die Rekonstruktion derjenigen sein, welche durch die Reflexion
herausgehoben und von ihr als subjektive, an dem Stoff und
Gehalt äußere Formen fixiert sind.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

(CL, 1982, p. 52):
[<<<Por eso la ciencia lógica, en cuanto trata de las determinaciones del
pensamiento, que pasan a través de nuestro espíritu de manera del todo
instintiva e inconsciente, y que, aun cuando entran en el lenguaje, quedan
carentes de objetividad e inobservadas, será también la reconstrucción aquellas
que han sido puestas de relieve por la reflexión y fijadas por ella como formas
subjetivas exteriores a la sustancia y al contenido.>>>]

* * *

Esta sessão seja transmitida on-line pela HyperRede
(http://www.livestream.com/hyperrede).

Os textos a serem utilizados on-line poderão ser encontrados em:

http://hyperapophasis.net/hegelslogik1832.html

http://hyperapophasis.ning.com/profiles/profile/show?id=Metafisica
(há que se fazer cadastro).

Esperamos a todos os interessados no skype, às 20 hs (de Brasília)
neste próximo domingo. Até lá!

Para participarem, basta solicitar adição no Skype por Speculativus.

Abraço a todos,
Manuel Moreira da Silva


  --
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
http://www.hyperapophasis.net <http://www.hyperapophasis.net>

Editor de Contradictio - Revista de Filosofia (UFPR)
Editor da Revista Estudos Hegelianos (SHB)
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#794 De: GT-HEGEL DA ANPOF <gt_hegel@...>
Data: Qua, 16 de Set de 2009 3:15 am
Assunto: NOVO NÚMERO ON LINE DA CONTRADICTIO [V.2, N.1 (2009)]
gwfriedrichh...
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Prezados Hegelianos e Hegelianas

 

 

 

Registramos mais um periodico de relevante interesse para todos os estudiosos da obra de Hegel e de suas ressonâncias e retomadas na atualidade, trata-se do mais novo número da Contradictio, a qual tem como editor o querido e valoroso Prof. Manuel Moreira, o qual no brinda com um número assaz interessante.

 

A contradictio pode ser gratuitamente visualizada no endereço: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/contradictio

 

 

v. 2, n. 1 (2009)

Sumário

Pensar a Contradição, a tarefa do Presente! PDF
Manuel Moreira da Silva 1-13
Nota do Editor PDF
Manuel Moreira da Silva 14-16

Artigos

Método e Forma da Exposição na Ciência da Lógica de Hegel Resumo PDF
Diogo Ferrer 17-40
A Lógica do reconhecimento - Alteridade como Intersubjetividade Resumo PDF
Alessandro Bellan 41-55
A ideia de Europa em Hegel Resumo PDF
Daniel Innerarity Grau 56-74
Trabalho e ser Social: uma reflexão Ontológica de György Lukács Resumo PDF
Maria Inês Carpi Semeghini 75-100

Tradução

Teoria e prática políticas em Hegel: o problema da censura PDF
Jacques D'Hondt 101-143


Contradictio. ISSN: 1984-574X

 

Abraços e boa leitura!

 

Danilo Vaz Curado


 
GT-HEGEL, Gestão 2008-2010:


Coordenador:
Prof. Dr. Leonardo Alves Vieira (UFMG)


Vice-Coordenador:
Prof. Dr. José Pinheiro Pertille (UFRGS)


Secretário:
Prof. Dt. Danilo Vaz-Curado R. M. Costa (UFRGS)


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#793 De: Diadochus Speculativus <speculativus@...>
Data: Seg, 14 de Set de 2009 5:21 pm
Assunto: Os gregos e o conceito de alma (Seminário Archai)
speculativus
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Caríssimas e caríssimos,
 
Segue abaixo convite do Gruo Archai para duas palestras on-line, ambas de interesse para o hegelianos que se voltam ara os temas platônicos e neoplatônicos: 
<<<<<<<<<<
[...] Segunda-feira, 14/9, às 18h, no site www.archai.unb.br será transmitido o Seminário n. 5 da da II Escola de Altos Estudos Capes/Archai: "Os gregos e o conceito de alma: das origens a Aristóteles".

Tema do Seminário: "Platão, República e Timeu".
O Prof. Thomas M. Robinson (University of Toronto, Canada).

Terça-feira, 15/9, sempre às 18h, será transmitido o Seminário n. 6, com o tema: "Platão, Fédro e As Leis".
Para maiores informações sobre a II Escola, cf. abaixo.

---

O Grupo Archai: as origens do pensamento ocidental, 
o Núcleo de Estudos Clássicos (NEC) e 
o Programa de Pós-Graduação em Filosofia 
da Universidade de Brasília

anunciam a realização da II Escola de Altos Estudos Capes/Archai sobre o tema "Os gregos e o conceito de alma: das origens a Aristóteles". 

O Prof. Thomas M. Robinson (University of Toronto, Canada) ministrará 8 Seminários, às Segundas e Terças-feiras, a partir das 18h, conforme o Calendário abaixo. Local: ANF 11, ICC.

As aulas, ministradas em língua inglesa (com tradução), poderão ser assistidas ao vivo pela Web, no endereço www.archai.unb.br


---
CALENDÁRIO

Agosto 2009
24/8 Origens: dos poemas homéricos a Heráclito
31/8 Heráclito, e alguns pré-socráticos posteriores

Setembro 2009
1/9 Sócrates
8/9 Platão, Fédon
14/9 Platão, República e Timeu
15/9 Platão, Fédro e As Leis
28/9 Aristóteles, Eudemo, Protreptico e De Anima 1-2
29/9 Aristóteles, De Anima 3; visão geral e implicações.

--
Gabriele Cornelli
Universidade de Brasília - ICC Ala Norte
Departamento de Filosofia
Campus Universitário Darcy Ribeiro
Caixa Postal: 04661
70910-900, Brasília - DF
Brasil
Fone: +55 (61) 3307-2727
E-mail:
cornelli@...
Home-page: www.archai.unb.br

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

 

Apreciem!

Abraço,
Manuel Moreira
 

--
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
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#792 De: Diadochus Speculativus <speculativus@...>
Data: Seg, 14 de Set de 2009 5:09 pm
Assunto: Seminário de Teologia especulativa: Sessão II, de 2009/2, disponível on-line!
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,
 
Informamos que a Sessão II de 2009/2, ocorrida neste último domingo, das 20h. às 23 h., pelo skype, encontra-se disponível no site www.livestream.com/hyperrede. Esse o site de nossa Hyperapophasis TV, também disponível, entre outros lugares, em www.hyperapophasis.net/hyperrede. O tema da discussão pode ser tomado  em geral como sendo o seguinte: Hegel e a sua retmada e desenvolvmeto da Tadição do Idealismo especlaivo. Segue abaixo um resumo sucinto acerca do que foi discutido...
 
Na sessão deste domingo discutimos a consistência da retomada e do desenvolvimento da tradição idealístico-especulativa por parte de Hegel, em especial o problema de sua tentativa de superação (Überwindung), segundo Halfwassen, ou de suprassunção (Aufhebubg), segundo nós mesmos, da Teologia negativa, sobretudo da forma em que esta se apresenta na tradição platônica e neoplatônica, que tem em Plotino e Proclus sua máxima realização. Discutimos as linhas gerais da objeção de Halfwassen a Hegel e procuramos mostrar em que medida a retomada e o desenvolvimento pretendidos por Hegel, ainda que não suficientemente consumados por ele próprio, ou mesmo que equivocados e insuficientes em alguns pontos, não só se mostram plausíveis, mas também razoavelmente atuais - sobretudo para o caso de Proclus; o que não só permite, mas principalmente exige a sua retomada e desenvolvimento nos dias de hoje, e isso necessariamente sob a forma de uma mediação entre a concepção hegeliana e a concepção procliana do Absoluto, do método filosófico e, enfim, da negação.
 
Na próxima sessão, a ocorrer em 11/10/2009, terminaremos essa Introdução geral ao tema "Hegel e sua retomada e desenvolvimento da Teologia negativa" e passaremos imediatamente a uma visão geral dos Elementos de Teologia de Proclus, cujas teses principais seão consideradas a partir das questões que emergiram da discussão com Halfwassen e do esforço hegeliano pelo restabelecimento da Mistagogia do Uno, então renomeada Filosofia especulativa pura.   
Paticiparam da sessão II os seguites pequisadores: Manuel Morera da Silva (Coord.), André Wowk (UNICENTRO, Guarapuava/PR); Ricardo Tassinari, Lincoln Menezes de França (UNESP/Marília); Matheus Pazos (EDT, São Paulo).
 
Interessados em participar das próximas sessões poderão entrar em contato plo e-mail: speculativus@... ou pelo Skype (Speculativus)..
 
Abraço,
Manuel Moreira da Silva 

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#791 De: Francislene da Silva <carpediemalbatroz@...>
Data: Seg, 14 de Set de 2009 5:40 am
Assunto: Novo membro do Grupo
carpediemalb...
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Bom dia!!!

Sou graduada em Design e no momento estou iniciando uma Especialização em Temas Filosoficos, meu interesse em participar deste grupo é para fim academicos, penso que o grupo pode contribuir e ajudar no conhecimento da filosofia Hegeliana.

Cordialmente,

Francislene da Silva.



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#790 De: Diadochus Speculativus <speculativus@...>
Data: Sex, 11 de Set de 2009 6:50 pm
Assunto: Re: [HEGEL] Seminário de Teologia especulativa: Novo Programa, Dia e Horário!
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,

Informamos que neste domingo, 13/09/2009, iniciar-se-á no Novo Ciclo do Seminário on-line de Teologia especulativa. Discutiremos as 13 primeiras teses dos Elementos de Teologia de Proclus e, na medida do possível, confrontaremos o projeto procliano e o projeto hegeliano disso que Hegel denominara Teologia especulativa, assim como as noções de Filosofia especulativa pura (tal como concebida por Hegel) e de Filosofia especulativa em geral (aplicada por Hegel ao Neoplatonismo em geral e a Proclus em particular). Iniciaremos a discussão por um pequeno texto, na verdade um resumo de um trabalho maior de Jens Halfwassen, a respeito de uma confrontação de Hegel com o Absoluto da Teologia negativa. Também discutiremos o conceito de Hyperapophasis, tanto no que tange à concepção da Dupla negação em Hegel, isto da, a Negação da Negação, quanto à Hipernegação procliana, noções mencionadas por Halfwassen em seu resumo.
 
Os materiais a serem discutidos nesta e nas sessões seguintes do SAETE encontram-se em:
 
 
 
 
 
 
 
 
Aguardamos a todas as interessadas e a todos os interessados, seja no skype, seja na HyperRede (www.livestream.com/hyperrede , www.hyperapophasis.net/hyperrede.html , ...)
 

Abraços,
Diadochus Speculativus

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#789 De: "Konrad & Isabel Utz" <isacon@...>
Data: Dom, 6 de Set de 2009 1:32 pm
Assunto: V Congresso Internacional da SHB, 2009: Resumos
isacon@...
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Caros amigos hegelianos

Queria informá-lhes que a lista dos resumos aprovados de nosso V Congresso
Internacional encontra-se no site do evento (www.hegelbrasil.org>V Congresso
Internacional Ano 2009>Inscrições>link no final da página). Daqui a alguns dias
vamos publicar os horários das comunicações. Lembramos que o tempo previsto para
professores, doutores e doutorandos é de 30 min., para os demais são 20 min.
Alguns daqueles cujo resumo foi aprovado ainda não fizeram sua inscrição.
Pedimos efeituá-la o mais rapidamente possível.

Mandamos um email a todos que submeteram um resumo, informando da aprovação ou
da desaprovação do mesmo. Caso que alguem não tenha recebido este email ou tenha
alguma outra dúvida, entre em contato conosco, por favor (konrad.utz@... ou
trabalhos.vinternacionalhege@... ).

Por causa do atraso na divulgação prorrogamos o prazo das inscrições (mas não da
submissão de textos) até o primeiro dia do evento. Por favor divulgem essa
informação a todos que ainda tenham interesse em participar em nosso congresso.

Um grande abraço

Konrad

--
Prof. Dr. Konrad Utz

Universidade Federal do Ceará
Departamento de Filosofia
Av. da Universidade, 2853
Benfica
60020-181 Fortaleza, CE
BRASIL

++55 85 3361.7847
++55 85 3366.7633

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#788 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Seg, 31 de Ago de 2009 5:13 am
Assunto: Seminário sobre a Ciência da Lógica na HyperRede!
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,

É com prazer que anunciamos a todos e a todas o êxito de nossa primeira
tentativa de transmissão on-line (ao vivo) do Seminário sobre a Ciência da
Lógica de Hegel, levado ao ar neste domingo, dia 30/08/2009, pela HyperRede:
http://www.livestream.com/hyperrede.

Assim, os interessados e a interessadas em acompanhar nossos seminários, mas que
não podem ou não querem conectar-se diretamente ao Skype, podem nos assistir pel
HyperRede em tempo real (ao vivo) ao assistir posteriormente ao vídeo (gerado
automaticamente pelo sistema) armazenado para reprodução automática.

Aqueles que optarem por assistir on demand podem clicar em MENU e logo após em
BROWSE ON-DEMAND LIBRARY, clicando enfim no vídeo da sessão que estão
interessados.

Como em nossas aulas (armazenadas em http://hyperapophasis.ning.com)não fazemos
nenhum tipo de edição no material disponibilizado, sendo o mesmo uma cópia real
do evento realizado; o que pode ajudar aos interessados em analisar em
profundidade os reais desafios então impostos àqueles que pretendem, nos dias de
hoje, retomar e desenvolver a Filosofia especulativa pura.

Na sessão deste domingo participaram Gilberto Malheiros e Manuel Moreira da
Silva (ambos professores da UNICENTRO, de Guarapuava/PR), Ricardo Tassinari e
Lincoln (respectivamente, professor e aluno do PPGF da UNESP/Marília).

Aos interessados e às interessadas em participar das novas sessões, permanecemos
à disposição.

Abraço a todos,
Manuel Moreira da Silva


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Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
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#787 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Sáb, 29 de Ago de 2009 7:44 pm
Assunto: Seminário de Teologia especulativa: Novo Programa, Dia e Horário!
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,

Informamos o novo prograsma, assim como o novo dia e horário do Seminário de
Teologia especulativa.

Até agora estávamos nos reunindo aos sábados e discutindo praticamente o que
designamos a concepção hegeliana da Teologia especulativa. Isso a partir de
alguns textos da Enciclopédia de 1817, da de 1830 e da Ciência da Lógica (em
suas duas edições).

A partir de agora, nos reuniremos aos domingos, em um dos dois intervalos do
Seminário sobre a Ciência da Lógica. Os interessados podem conferir as novas
datas em: http://www.hyperapophasis.net/seminarios.html

Neste novo ciclo de nossa paidéia teológico-especulativa, investigaremos as
matrizes constitutivas essenciais disso que, a partir de Hegel, temos designado
Teologia especulativa, a saber: algumas teses centrais de Proclus, Eriúgena,
Dietrich von Freiberg e Mestre Eckhart, juntamente com algumas teses originadas
de Hegel ele mesmo.

Assim, pretendemos levar a cabo a mediação entre a concepção hegeliana da
Teologia especulativa (tal como nós mesmos temos conseguido explicitá-la) e a
concepção desdobrada no âmbito da Tradição do Idealismo especulativo), bem como,
entre as mesmas e o pensamento contemporâneo em geral e o pós-hegeliano em
especial.

Desse modo, discutiremos neste e, provavelmente nos próximos semestres, os
seguintes materiais:

1. PROCLUS, Elementos de Teologia (há traduções disponíveis on-line, mas
utilizaremos de preferência as versões de DODDS (PROCLUS, The Elements of
Theology, 1963, reprinted 2004) e TROUILLARD (PROCLOS, Éléments de Théologie,
1965):

Discutiremos na medida do possível as 211 teses aí contidas (mas sem uma leitura
exaustiva - durante as sessões - das demonstrações e dos desenvolvimentos
textuais do próprio Proclus); nosso objetivo é tão somente a retomada e o
desenvolvimento das teses proclianas em seu confronto com o projeto hegeliano
(não realizado) de uma Teologia especulativa propriamente dita.

2. JOHANNES ERIUGENA, Erkennen als Erscheinen des Nicht-Erscheinen (In:
Geschichte der Philosophie in Text und Darstellung, Reclam, 1985, p. 184-186):

Discutiremos as teses fundamentais desse fragmento nos quadros da Teologia
negativa de Eriugena e que se impõe como "uma Antropologia e Teoria do Espírito
que apresenta o homem como estando além de tudo o que é manifesto e vê a
essência verdadeira no Conceito que o espírito humano e o espírito divino tem
delas" (p. 166)). Isso, a partir pano de fundo procliano-areopaguitiano e
aristotélico-boéciano em em confronto com a posição hegeliana correspondente.

OBS: Dependendo do desenvolvimento do Seminário, poderemos estudar mais algum
texto de Eriugena...

3. DIETRICH VON FREIBERG, Der tätige Intellekt und die beseligende Schau (In:
Geschichte der Philosophie in Text und Darstellung, Reclam, 1985, p. 414-431):

Esse autor e seu respectivo texto não sem razão já foram considerados os grandes
expoentes do Idealismo especulativo na Idade Média; o que implica em uma
investigação rigorosa em torno de seus limites e de seu alcance no que tange ao
seu lugar e à sua função na tradição aqui retomada e desenvolvida. Dentre outras
teses contidas no texto em questão, discutiremos as seguintes: (a) O Intelecto
ativo conhece sempre em efetividade; (b) O Intelecto ativo conhece-se a si mesmo
por sua essência; (c) O Intelecto é uma certa Forma originária (ein gewisses
Urbild) e à semelhança (similitudo) do Ser enquanto Ser; (d) Como o Intelecto
ativo conhece-se a si mesmo, assim ele conhece todas as outras coisas por sua
essência; (e) O Intelecto sendo por sua essência é uma substância pelo fato de
que ele transborda seu fundamento, que não pode devir nenhum acidente.

4. MEISTER ECKHART, Ist in Gott Sein und Erkennen identisch? (In: Geschichte der
Philosophie in Text und Darstellung, Reclam, 1985, p. 436-443):

Discutiremos aqui as doze teses fundamentais das chamadas Questões Parisienses,
sobre a identidade de Ser e Conhecer em Deus. Há que se apreciar nesse texto
especialmente o esforço eckhartiano de justificar a inexistência de quaisquer
faculdades passivas em Deus e de pensar a essencialidade divina como Forma de
conhecimento (Erkenntnisbild).

OBS: Dependendo do desenvolvimento do Seminário, poderemos estudar mais algum
texto de Eckhart...

5. G. W. F. HEGEL, Dissertationi Philosophicae Orbitis Planetarum Praemissae
Theses (1801):

(1)
A Contradição é a regra da verdade, a não contradição a da falsidade;

(2)
O silogismo é o princípio do Idealismo;

(3)
O quadrado é a lei da natureza, o triângulo a do espírito;

(4)
Na aritmética, a adição não tem aplicação, a não ser da unidade à dáide, nem a
subtração, exceto da díade à tríade, mas não da tríade enquanto soma, senão da
unidade como diferença;

(5)
Assim como o imã é alavanca do natural, do mesmo modo o pêndulo natural em
relação com o sol é a gravidade dos planetas;

(6)
A Ideia é a síntese do infinito e do finito e toda a filosofia radica em ideias;

(7) A filosofia crítica carece de ideias e é forma imperfeita do ceticismo;

(8)
Que a matéria é postulado da razão o sustenta a filosofia crítica, o qual
destrói esta mesma filosofia e é princípio do espinosismo;

(9)
O estado de natureza não é injusto e por esta causa se chega a sair dele;

(10)
O princípio da ciência moral consiste em respeitar ao destino

(11)
A virtude exime a inocência não só do atuar, mas também da passividade;

(12)
A moralidade absoluta se opõe à virtude em todos os graus.

Essas teses, do chamado Jovem Hegel, ainda bastante schellinguiano, serão
estudas à luz da filosofia madura do autor; quando se verificará o que delas
então ele pode manter e o que descartara, bem como as consequência disso para o
projeto (razoavelmente tardio, 1817 em diante) de uma Teologia especulativa.

Àqueles nos quais este programa surtir algum interesse, colocamo-nos à
disposição para maiores esclarecimentos.

Abraços,
Diadochus Speculativus

Nome Skype: Speculativus
MSN: speculativus@...

#786 De: "speculativus" <speculativus@...>
Data: Sáb, 29 de Ago de 2009 4:38 pm
Assunto: Seminário on-line sobre a Ciência da Lógica de Hegel
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,


Neste domingo, dia 30 de agosto, às 20 horas (de Brasília), pelo
SKYPE, ocorrerá a terceira sessão do SEMINÁRIO ON-LINE SOBRE A
CIÊNCIA DA LÓGICA neste segundo semestre de 2009.

Continuaremos a leitura do & 6 do Prefácio à Segunda edição da Wissenschaft der
Logik.

A discussão tem sido desenvolvida mediante o comentário pontual,
linha a linha, do texto hegeliano; bem como com as devidas
verificações de certas indicações e remissões que, em cada caso,
se apresentam à consideração. Na medida do possível também
temos realizado algumas observações de ordem filológica ao texto e
indicado possíveis alternativas de tradução em um ponto ou outro.
Além do texto alemão de 1832 (ou respectivas edições
posteriores) temos utilizado as traduções inglesa (de ) e a
castellana (de Mondolfo), ambas disponíveis on-line ou em arquivo
eletrônico.

Estamos envidando esforços para que, ainda apenas a título de uma primeira
tentativa, esta sessão seja transmitida on-line pela HyperRede
(http://www.livestream.com/hyperrede).

Os textos a serem utilizados nesta sessão poderão ser encontrados em:

http://hyperapophasis.net/hegelslogik1832.html

http://hyperapophasis.ning.com/profiles/profile/show?id=Metafisica
(há que se fazer cadastro).

Esperamos a todos os interessados no skype, às 20 hs (de Brasília)
neste próximo domingo. Até lá!

Para participarem, basta solicitar adição no Skype por Speculativus.

Abraço a todos,
Manuel Moreira da Silva


  --
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
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SKYPE: Speculativus
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#785 De: "Manuel M. da Silva" <speculativus@...>
Data: Sáb, 15 de Ago de 2009 2:47 am
Assunto: Re: Seminário on-line sobre a Ciência da Lógica de Hegel
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Caríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,

[Hyperapophasis Portal e sua Comunidade atualizados, confiram:<http://hyperapophasis.ning.com/>, <http://www.hyperapophasis.net/>].

Neste domingo, dia 16 de agosto, às 20 horas (de Brasília), pelo SKYPE, ocorrerá a segunda sessão do SEMINÁRIO ON-LINE SOBRE A CIÊNCIA DA LÓGICA neste segundo semestre de 2009.

Iniciamos as sessões do segundo semestre no dia 02 de agosto, com a leitura do & 6 do Prefácio à Segunda edição da Wissenschaft der Logik. Continuaremos essa leitura no dia 16, buscando mostrar, a partir do referido Prefácio, as linhas gerais do Especulativo puro e de sua tríplice determinação nos quadros de uma Introdução especulativa à Filosofia especulativa pura. O que, à diferença do Prefácio à Primeira edição, já lido, comentado e traduzido nesse mesmo Seminário, parece ser a marca distintiva do Prefácio à Segunda edição.

A discussão tem sido desenvolvida mediante o comentário pontual, linha a linha, do texto hegeliano; bem como com as devidas verificações de certa indicações e remissões que, em cada caso, se apresentam à consideração. Na medida do possível também temos realizado algumas observações de ordem filológica ao texto e indicado possíveis alternativas de tradução em um ponto ou outro. Além do texto alemão de 1832 (ou respectivas edições posteriores) temos utilizado as traduções inglesa (de ) e a castellana (de Mondolfo), ambas disponíveis on-line ou em arquivo eletrônico.

Dentre outras novidades, as sessões do segundo semestre marcarão início das atividades formais do GPI UNESP/CNPq: Hegel e o Idealismo especulativo, que tem como líderes os professores Ricardo Tassinari e Manuel Moreira da Silva. Outrossim, dentro de mais algumas semanas, as sessões de nossos seminários (o da Wissenschaft der Logik e do da spekulative Theologie) poderão vir a ser transmitidas via web pela HyperRede [http://www.livestream.com/hyperrede], um empreendimento em que vimos trabalhando fazem alguns meses e que pode ser conferido nos sites mantidos pelo grupo que aos poucos vem se constituindo em torno do projeto de uma retomada e de um desenvolvimento propriamente especulativos do Idealismo especulativo na totalidade de suas epoptias, como diziam os neoplatônicos tardios.

Esperamos a todos os interessados no skype, às 20 hs (de Brasília) neste próximo domingo. Até lá!

O texto em alemão pode ser acessado online em:
 http://hyperapophasis.net/hegelslogik1832.html .

Também utilizaremos a versão espanhola de Rodolfo Mondolfo, que pode ser acessada em: http://api.ning.com/files/FXDCZVdIXe0KvhiTPY81MMxaM27wQIvZK*IuKV*v0O85NGa2yVIkmqrrsoCHkET84PLwaXyr*CCNWJvEI-EasMLe*17aIcRn/HegelCienciaDelaLogicavol.1.pdf. (Havaerá que se fazer cadastro no http://hyperapophasis.ning.com

Outros textos (em Português ou em espanhol) podem ser encontados em: http://hyperapophasis.ning.com/profiles/profile/show?id=Metafisica& (há que se fazer cadastro).

Outros textos publicados pelo próprio Hegel também podem ser lidos on-line
 em: http://hyperapophasis.net/biblia/hegeliana1.html . Também os textos de Proclus e Gabler estão dsponíveis neste site.


 Os colegas que quiserem participar conosco de modo mais permanente, podem
 inscrever-se em: http://hyperapophasis.ning.com . Outras informações em
 http://www.hyperapophasis.net .
 
Para participarem, basta solicitar adição no Skype por Speculativus.
 
Abraço a todos,
 Manuel Moreira da Silva
 
 
-- 
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
 http://www.hyperapophasis.net
 
Co-Editor de Contradictio - Revista de Filosofia (UFPR)
 Editor da Revista Estudos Hegelianos (SHB)
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 MSN: speculativus@...


#784 De: Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa <danilocostaadv@...>
Data: Seg, 10 de Ago de 2009 7:02 pm
Assunto: Artigo - La philosophie de la nature dans l’Encyclopédie de Hegel [ Gilles Marmasse]
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Prezados
 
 
Segue um artigo do Prof. Gilles Marmasse que estará no V Congresso Internacional da SHB no Ceará [vide www.hegelbrasil.org], publicado nos 'Archives de Philosophie' do Centre Sevres T66 2003-2, como aperitivo ao nosso evento.
 
 
abs Danilo Vaz

 

La philosophie de la nature dans l’Encyclopédie de Hegel

Gilles Marmasse ATER à l’université de Lyon III
On tente ici de mettre en évidence la perspective, les enjeux et quelques résultats fondamentaux de la philosophie hégélienne de la nature, qui apparaît comme la ressaisie de l’ordre génétique de la nature telle qu’elle se présente elle-même. Si la catégorie fondamentale de la nature est l’extériorité au sens de la dispersion radicale, celle-ci est gouvernée par une tendance à la réunification. De la mécanique à la physique organique en passant par la physique, la nature gagne de fait en rationalité et en autonomie, sans jamais pourtant supprimer son extériorité.Mots-clés : Hegel, Nature, Science, Métaphysique. This article aims at highlighting the perspective, the issues and some fundamental results of Hegelian philosophy of nature, which appears as an effort to conceive the genetic order of natureas this one presents itself. If thefundamental category of natureis exteriority in the sense of radical dispersal, nature is determined by a tendency to re-unification. From mechanics to organic physics including physics, nature gains in fact in rationality and autonomy, however without ever giving up its exteriority.Keywords : Hegel, Nature, Science, Metaphysic.
Pourquoi lire aujourd’hui la philosophie hégélienne de la nature ? La forme de son dispositif argumentatif comme le détail de ses propositions amènent en effet à douter de l’intérêt d’une lecture qui voudrait dépasser le plan de la stricte exégèse. Même si l’on a pu mettre en évidence l’influence de Hegel sur quelques savants du XIXe siècle [1], il est certain que l’histoire des sciences n’accorde généralement aucune attention à la deuxième partie de l’Encyclopédie, sinon pour en rire [2]. Cependant, ce texte s’est voulu une récapitulation des savoirs scientifiques disponibles en son temps et leur élévation à la vérité. A-t-il alors, d’une manière ou d’une autre, encore quelque chose à nous dire ? Pour répondre à cette question, il est indispensable de cerner les traits spécifiques des formulations hégéliennes et leur enjeu véritable . On pourra ainsi montrer que le caractère de prime abord déroutant de la philosophie hégélienne de la nature obéit, en réalité, à un certain nombre de décisions qui présentent autant de cohérence que d’originalité.
 
L’ÉTRANGETÉ DE LA PHILOSOPHIE DE LA NATURE
 
 
À la différence des ouvrages scientifiques contemporains, la deuxième partie de l’Encyclopédie ne traite pas d’objets véritablement extérieurs à l’expérience quotidienne, c’est-à-dire d’objets qui ne seraient accessibles qu’au moyen de techniques expérimentales complexes ou qui même posséderaient un statut essentiellement théorique. Au contraire, Hegel évoque, par exemple, ce qui, de la sphère céleste, peut s’observer à l’œil nu, ou encore il s’attarde sur des phénomènes météorologiques immédiatement sensibles, sur la dureté ou le caractère plus ou moins translucide des matériaux, ou sur ce qui, des phénomènes biologiques, est perceptible soit directement, soit par le biais d’expériences simples. Certes l’auteur de l’Encyclopédie distingue bien, au sein du réel, ce qui « n’est qu’apparition, passager et insignifiant, et ce qui mérite en soi-même véritablement le nom d’effectivité » [3]. La science doit se cantonner, selon lui, à ce dernier domaine (même si la philosophie – et singulièrement la Science de la Logique – a pour tâche de rendre compte de la contingence). Pour autant, l’effectivité « n’est aucun autre que le contenu consistant originairement produit et se produisant dans le domaine de l’esprit vivant, et constitué en monde, monde extérieur et intérieur de la conscience » [4]. En un mot, selon Hegel, l’effectivité, et donc l’objet des sciences, ne se situe pas au-delà de ce qui se donne comme monde dans l’expérience commune.
Or le fait de limiter l’objet de l’investigation à ce qui est présent dans l’observation usuelle est caractéristique d’une époque où l’expérimentation reste balbutiante. Un premier facteur d’étrangeté de Hegel tient donc à ce qui constitue, pour lui, l’objet de la philosophie de la nature. Pour l’auteur de l’Encyclopédie, la rupture de la science avec la connaissance immédiate est réelle, mais elle n’a nullement l’ampleur de la séparation thématisée, par exemple, par Bachelard, pour qui « la physique contemporaine nous apporte des messages d’un monde inconnu » [5]. La spéculation, selon Hegel, se distingue certes de la connaissance immédiate, au sens où elle consiste en la saisie non pas seulement du fait mais également de la raison d’être du fait considéré : « Dans le cas de la manière pensante de considérer les choses, il se révèle bientôt qu’elle inclut en elle l’exigence de montrer la nécessité de son contenu. » [6] Néanmoins, l’auteur de l’Encyclopédie insiste volontiers sur le voisinage de la raison commune et de la pensée spéculative. Cette dernière n’est en fait pas autre chose que le bon sens élevé à sa destination véritable : « Les lois de la logique sont admises par la saine raison universelle. Le combat de la philosophie ne l’oppose pas à la raison. Il l’oppose à l’entendement, à la métaphysique, qui n’est plus pensée naïve mais est devenue pensée intellectuelle et s’est fixée en cet état. » [7] De la compréhension spontanée des phénomènes naturels à leur connaissance adéquate, la proximité est donc remarquable.
Mais un autre facteur d’étrangeté tient à la confiance dont témoigne Hegel dans la capacité que possède la nature à rendre raison d’elle-même. De manière caractéristique, à la suite de Goethe, il fait grief à Newton de fonder son Optique sur des expériences de laboratoire menées à l’aide d’instruments, et donc de ne s’appuyer que sur des phénomènes artificiellement produits. C’est bien à ce titre également que la position épistémologique de l’auteur de l’Encyclopédie peut apparaître au lecteur contemporain comme décalée. Pour une certaine épistémologie, la fonction de la science est de révéler, au-delà de l’expérience usuelle, ce qui fonde cette dernière. Or, selon Hegel, en aucune manière on ne peut envisager l’existence d’une essence cachée du réel, et il serait vain, par conséquent, de prétendre aller au-delà de ce que celui-ci révèle spontanément à celui qui l’appréhende en « empiriste pensant » (selon la vertu reconnue à Aristote dans les Leçons sur l’Histoire de la philosophie). Cette position constitue une thèse métaphysique fondamentale. Elle s’exprime dans la définition bien connue de l’effectivité – c’est-à-dire de l’objet de la philosophie – comme unité de l’essence et de l’existence.
D’une certaine façon, Hegel reprend à son compte la critique aristotélicienne de l’hypothèse selon laquelle « il existe des réalités déterminées en dehors de celles que nous voyons dans l’univers sensible » [8]. Il cite d’ailleurs ces vers d’un poème de Goethe : « La nature n’a ni noyau ni écorce,/ Elle est tout d’un seul coup. » [9] La philosophie de la nature, à ses yeux, n’a donc pas à ruser avec le réel, ni non plus à se comporter avec lui, selon l’expression kantienne, comme un juge en charge qui force les témoins à répondre aux questions posées. On le voit : l’auteur de l’Encyclopédie va bien au-delà de la réfutation de la chose en soi comme réalité inconnaissable. Car prenant l’exact contre-pied de la philosophie transcendantale, il pose non seulement qu’il n’existe rien de caché, mais il affirme, en outre, que l’effectif se révèle – et s’explique – intégralement par lui-même. Le déploiement systématique des processus de la nature n’est en effet pas autre chose que cette autoexplication. La thèse d’une effectivité manifestant d’elle-même son intelligibilité constitue, par ailleurs, l’exact opposé de l’idée, trop souvent attribuée à l’auteur de l’Encyclopédie, selon laquelle l’objet de la spéculation serait abstraitement « déductible ». L’expérience est nécessaire et constamment présente au sein de la philosophie de la nature. On sait que non seulement Hegel ne méprise pas l’expérimentation en tant que telle, mais qu’il a au contraire continuellement recours au savoir empirique dans la deuxième partie de l’Encyclopédie. De fait, dans la Leçon de 1823/24, il cite à de multiples reprises des expériences qui confirment ou infirment telle ou telle hypothèse – ainsi les travaux du comte Rumford sur la correspondance entre chaleur et travail mécanique. En revanche, il récuse l’idée selon laquelle l’expérimentation serait juge en dernier ressort de la validité d’une théorie. Pour lui, c’est à l’inverse le philosophe qui évalue la vérité de l’expérience sensible, en examinant la conformité de celle-ci au concept. La philosophie n’a donc pour tâche ni d’enregistrer passivement le donné empirique, ni de déduire abstraitement l’universel. Bien plutôt, elle doit reconnaître le concept dans le réel. On sait comment Goethe avait accédé à l’intuition de la plante primordiale (Urpflanze) dans le jardin de Palerme : « C’est ainsi qu’au terme ultime de mon voyage, en Sicile, apparut clairement à mes yeux l’identité originelle de toutes les parties du végétal, que je cherchais dès lors à retrouver partout, à percevoir partout. » [10] De même, la philosophie, pour Hegel, accède à la saisie de l’universel au sein de la riche diversité du réel extérieur : « Le nom de philosophie a été donné à tout ce savoir qui s’est occupé de la connaissance de la mesure fixe et de l’universel dans l’océan des singularités empiriques. » [11]
Certes, la philosophie n’est aucunement reconnaissance immédiate du concept au sein du donné empirique. L’éloge répété de Goethe est d’ailleurs généralement accompagné d’une restriction : l’auteur de la Métamorphose des plantes possède certes, aux yeux de Hegel, « un grand sens de la nature », mais il ne s’agit chez lui, précisément, que d’une sorte d’instinct. Or cette génialité n’est ni suffisante, ni requise à proprement parler, car la spéculation, qui n’est certes pas savoir abstrait, réflexif, n’est pas non plus savoir immédiat. Elle est unité du savoir immédiat et de la réflexion, au sens où elle consiste à rapporter le donné empirique à la forme conceptuelle tout en saisissant la nécessité de cette forme dans l’économie générale du développement de l’absolu. Plus particulièrement, la philosophie de la nature constitue ce moment où l’esprit, face à la riche diversité phénoménale extérieure, retrouve la nécessité conceptuelle. L’esprit philosophant, grâce à son activité spéculative, se trouve chez soi, c’est-à-dire dans l’élément de la rationalité, au sein même de ce qui, de prime abord, lui est le plus étranger.
Par ailleurs, la philosophie de la nature apparaît comme l’examen d’une série d’objets mené d’un point de vue qualitatif. La connaissance scientifique, pour l’auteur de l’Encyclopédie, coïncide avec la détermination de l’essence de la chose, et ceci dans la droite ligne de l’injonction platonicoaristotélicienne de la mise en évidence du ti esti. Hegel assume donc avec une parfaite radicalité l’exigence classique de la connaissance de la chose. La science contemporaine, à l’opposé, produit une disjonction croissante de l’expérience immédiate de la nature et de la saisie « adéquate » de celle-ci. Avec Hegel, nous sommes sans doute en présence de l’effort ultime pour rendre possible la connaissance scientifique des « données immédiates » de l’expérience de la nature.
Examinons un dernier point. L’histoire des sciences, jusqu’à l’époque de Hegel, est caractérisée par un certain nombre de controverses majeures : géocentrisme ou héliocentrisme, épigenèse ou préformation, mécanisme ou organicisme, etc. Or le lecteur de la deuxième partie de l’Encyclopédie telle qu’elle a été publiée par Hegel (donc à l’exception des additions) a la surprise de ne jamais voir le philosophe reprendre explicitement à son compte de telles problématiques, que ce soit pour avancer ses propres solutions ou pour reformuler les termes du problème. Hegel ne semble jamais chercher à se situer à l’intérieur d’un débat déterminé, sinon incidemment. Il est caractéristique, à cet égard, que les références aux autres doctrines philosophiques, dans la philosophie de la nature, soient presque toujours cantonnées aux remarques (Anmerkungen), et qu’inversement les paragraphes eux-mêmes, c’est-à-dire le corps principal du propos, s’exceptent superbement de la controverse. Certes, les objets traditionnels de la science interviennent tous dans le parcours encyclopédique, mais jamais, en définitive, à l’occasion d’un débat qu’il s’agirait de trancher. Un premier élément d’explication est sans doute le suivant. Pour Hegel, une controverse, dans la mesure où elle consiste à opposer plusieurs solutions possibles et vise à en valider une seule, constitue une procédure intellectuelle illégitime par essence. D’une certaine manière en effet, selon lui, tout est vrai, puisque le réel consiste en la réalisation étagée de l’ensemble du possible. Par exemple, la nature est aussi bien mécanique qu’organique ; Hegel adhère sans hésitation à l’héliocentrisme mais souligne, en même temps, que la planète représente au sein du système solaire « ce qu’il y a de plus excellent » (Gr. 1,272) ; ou encore, s’il admet la présence d’une âme au sein de l’organisme naturel, il a soin de la distinguer de l’âme spirituelle (c’est là le sens du passage de la physique organique, dans la philosophie de la nature, à l’anthropologie, dans la philosophie de l’esprit). Plusprofondément cependant, comment comprendre le manque d’intérêt manifeste de Hegel pour le débat ? En fait, pour ce dernier, la philosophie ne consiste pas dans la connaissance subjective d’un objet qui serait par ailleurs indifférent à cette connaissance. L’expérimentation et la controverse renvoient, comme telles, au présupposé selon lequel ce n’est pas la chose même qui tranche, mais l’expérience cruciale, voire simplement la conviction de chacun. Or, selon Hegel, la chose se manifeste d’elle-même adéquatement. Il est frappant, à cet égard, de considérer la variation de sens de la notion de dialectique chez Aristote et chez Hegel. Pour le Stagirite, la dialectique consiste en une discussion portant sur un problème préalablement défini [12]. Par exemple, quelles sont les formes de la causalité, peut-on admettre l’existence du hasard, du vide, etc. ?Aux yeux de Hegel, en revanche, la notion de dialectique désigne le procès du réel lui-même. Dès lors, pour l’auteur de l’Encyclopédie, la philosophie ne consiste pas à débattre, mais plutôt à considérer la chose même en son développement systématique. Dans cette perspective, il n’existe pas de problèmes intellectuels véritables, car seule importe la considération du procès de réalisation de l’absolu.
 
UNE CONNAISSANCE SPÉCULATIVE DE LA NATURE
 
 
Dans l’Introduction de la Leçon de 1823/24, Hegel distingue trois types d’approche desphénomènes naturels : l’attitude pratique, l’attitude théorétique et enfin, unifiant les deux précédentes, l’attitude philosophique. L’objet de la philosophie, selon ce texte, n’est constitué ni de la chose singulière (attitude pratique), ni de la généralité obtenue au moyen de l’abstraction des déterminités singulières (attitude théorétique). Pour le premier point, la philosophie selon Hegel ne s’intéresse donc pas à cet animal-ci, à cette œuvre d’art-là, ni encore à la plume de M. Krug, mais bien plutôt à l’animal en général, etc. Pour le second point, la position de Hegel est moins simple à comprendre, dans la mesure où l’attitude théorétique – ou « réflexive » – revendique également l’universel pour objet. C’est sans doute pour cette raison que, dans la Leçon de 1823/24, le philosophe consacre de longs développements à la mise en évidence de ce qui oppose à ses yeux l’attitude théorétique, la « physique », à la « philosophie de la nature » [13].
Quels sont les statuts des déterminations universelles qui constituent respectivement l’objet de la réflexion théorétique et de la spéculation philosophique ? Selon Hegel, la physique au sens péjoratif du terme supprime l’unité de la chose au profit d’une simple multiplicité de qualités sans lien mutuel. La chose examinée par la physique se caractérise en outre par son manque d’objectivité. En effet, elle ne se révèle pas d’elle-même, mais résulte à l’inverse d’une construction de l’esprit. Le manque de confiance que la science réflexive manifeste en la capacité de la chose à s’auto-présenter est ainsi paradoxalement justifié, dans la mesure où la physique se rapporte à un universel simplement subjectif. Certes, Hegel est loin de refuser toute pertinence théorique aux objets d’une telle physique. Simplement, l’universel abstrait n’atteint pas le rang d’une connaissance véritable. Il en va de même pour l’attitude pratique, au sens où il est parfaitement possible, pour le philosophe, de s’intéresser aux seules déterminités contingentes de la chose, par exemple à sa couleur, à son poids, etc. Mais, encore une fois, c’est renoncer à saisir, à propos de la chose, ce qui la fait être ce qu’elle est.
L’opposition de l’attitude pratique et de l’attitude théorétique renvoie à la difficulté qui découle de la conception aristotélicienne de la science et du réel, si celle-là a pour objet le général et si celui-ci n’existe que singulièrement. Or la spéculation représente, pour Hegel, la solution de cet embarras. La connaissance spéculative, en effet, se rapporte à l’universel concret, au concept, qui constitue le fondement de réalité et d’intelligibilité de l’objet. En outre, cet objet se manifeste bien lui-même : car un animal en chair et en os, par exemple, n’est rien d’autre que l’existence sensible de l’organisme tel qu’il est philosophiquement thématisé – même si, dans le cas de l’individu singulier, de multiples déterminités contingentes s’ajoutent au concept universel. En définitive, le concept désigne ce qui, de la chose, peut être saisi par l’esprit et ce qui la fait être ce qu’elle est. Il s’agit bien de son centre de gravité ontologique. S’agissant de la détermination de l’objet de la philosophie, une proximité remarquable apparaît ainsi, encore une fois, entre Aristote et Hegel. Selon le Stagirite tout d’abord, la science se définit comme la connaissance vraie, infaillible ; elle ne peut donc avoir d’autre objet que ce qui ne peut cesser d’être et ce qui ne peut être autrement [14]. C’est une telle exigence qui, du point de vue hégélien, distingue la philosophie de l’attitude pratique, laquelle a pour objet ce qui, dans la chose, est non pas essentiel mais accidentel. Par ailleurs nous retrouvons, dans la critique de l’attitude théorétique, la polémique anti-platonicienne constamment nourrie par l’auteur de la Métaphysique. Si la science ne peut avoir d’autre objet que l’universel, il n’est pas nécessaire pour autant que l’universel soit séparé, réalisé en dehors de la chose même [15]. En d’autres termes, la raison d’être des choses ne saurait être extérieure à l’expérience, mais elle se situe, au contraire, au cœur du réel. Troisième remarque : pour Aristote, la science consiste dans la connaissance de l’universel – « J ’appelle universel l’attribut qui appartient à tout sujet, par soi, et en tant que lui-même. » [16] Il y a donc, chez le Stagirite, identification de l’universel et de l’essentiel. De même, pour Hegel, ce qui fait que cet organisme-ci est ce qu’il est, c’est bien le concept universel d’organisme qui lui est immanent. Enfin, connaître, selon Aristote, c’est connaître la cause : « Nous estimons posséder la science d’une chose d’une manière absolue, et non pas, à la façon des sophistes, d’une manière purement accidentelle, quand nous croyons que nous connaissons la cause par laquelle la chose est, que nous savons que cette cause est celle de la chose, et qu’en outre il n’est pas possible que la chose soit autre qu’elle n’est. » [17] La science se distingue de l’opinion en ce qu’elle ne se borne pas à constater, mais, en outre, explique. De même le concept, chez Hegel, rend compte de la chose de manière adéquate et achevée.
 
LA SIGNIFICATION DE LA NATURE
 
 
Comment se définit alors la nature ? À la différence de la logique, comme forme pure de la vérité, et de l’esprit, comme sphère des représentations et des institutions, la nature telle que Hegel l’évoque semble, de prime abord, renvoyer à ce qui est matériel. Peut-on cependant identifier sans précaution la nature à la matière telle qu’elle est, par exemple, métaphysiquement caractérisée par Aristote, c’est-à-dire à la matière comme substrat, en lui-même indéterminé, de toute détermination ?Sans doute pas, dans la mesure où la nature selon Hegel est elle-même pourvue d’une forme : c’est bien pourquoi, d’ailleurs, il est possible de la connaître. En outre, la matière n’advient pas immédiatement dans le développement de la nature, mais elle est précédée de moments purement formels : l’espace, le temps, le lieu et le mouvement. En réalité, comme on le sait, le caractère essentiel de la nature selon Hegel est constitué de l’extériorité. La nature est non seulement extérieure à l’esprit, mais elle est encore extérieure à soi. La difficulté est cependant de comprendre précisément ce qu’entend Hegel par une telle extériorité. Le sensible constitue assurément une propriété de l’extériorité, au sens où il désigne le prédicat en vertu duquel l’objet s’offre à l’appréhension extérieure, se manifeste à un Autre. Plus généralement, on reconnaît dans la notion d’extériorité l’héritage de Descartes, pour qui l’espace se définit comme « partes extra partes ». Certes, pour l’auteur des Principes de la philosophie, l’étendue désigne l’attribut de tous les corps, ce qui signifie qu’une détermination naturelle n’est rien d’autre qu’une modification de l’espace. Selon Hegel, à l’inverse, l’espace constitue un moment et un seul de la nature – même s’il s’agit du premier. Cependant on peut retenir de Descartes l’idée de l’extériorité comme dispersion. De ce point de vue, le thème des « partes extra partes », chez Hegel, est non pas caractéristique du seul espace, dont l’importance est relativisée, mais de la nature en général. Cette dernière se détermine bien par sa radicale absence d’unité.
Un extrait de la Leçon de 1821/22 est significatif à cet égard. La nécessité caractéristique de la nature, par opposition à la liberté de l’esprit, consiste, selon le texte, en ce que toute réalité naturelle est à chaque fois scindée en deux éléments qui se rapportent l’un à l’autre d’une manière telle que « l’être de l’un est en même temps l’être de l’autre ». Par exemple, dit Hegel, « la planète est, mais son être est en même temps celui du soleil » [18]. Nul élément ne peut prétendre à l’autosuffisance mais il reste au contraire dépendant d’un Autre. La différence conserve toujours une validité rétive à l’Aufhebung, à l’universalisation véritable : « Dans la nature règne la violence. Celle-ci intervient quand deux êtres autonomes se rencontrent et que l’un se fait valoir dans l’autre. Il n’y a donc pas de liberté dans la nature. La liberté est [en revanche] chez elle dans l’esprit. (...) L’homme peut pâtir de la loi ; mais ce qu’est la loi, c’est l’essence propre de l’homme. (...) La violence est donc seulement ce phénomène tel que ce qui s’appartient mutuellement est en même temps réciproquement extérieur. » (Ue. 30)
Une telle interprétation se heurte pourtant à des difficultés : d’une part il semble bien y avoir, au sein même de la nature, des unités réelles, à savoir les « corps » (die Körper), d’autre part l’absence d’unité paraît également, à certains égards, caractériser l’esprit. En réalité, un corps naturel, comme ensemble de parties, ne représente pas une unité effective, mais seulement une unité « en soi », virtuelle. Dans la nature, l’unification des déterminations est en effet assurée à chaque fois par une série d’opérations itératives selon le schème du mauvais infini. Un corps n’en finit pas de se rassembler avec soi, et il ne constitue jamais, à proprement parler, une totalité. À l’extrême du développement de la nature, prenons l’exemple du corps animal, c’est-à-dire de la structure qui présente de prime abord la plus grande unité. Un effet remarquable se présente alors : loin que la collaboration fonctionnelle des membres soit pensée par Hegel sur le modèle de la reconnaissance mutuelle, elle se manifeste bien plutôt comme un état de guerre de tous contre tous : « Tout membre est hostile à l’égard de l’autre, chacun se nourrit de l’autre, pendant qu’il se sacrifie lui-même. [...] [Lors de la dissection] d’un chien affamé, on a constaté que son estomac était dévoré et en partie consommé, de telle manière que l’organisme se nourrit de lui-même. Nulle partie matérielle de l’organique n’est subsistante, toutes se consomment et sont seulement remplacées. Il n’y a que la forme vivante qui demeure, l’élément matériel est consommé. » (Gr. 2,247) Un constat identique est inévitable à propos du rapport des espèces à l’intérieur d’un genre commun, du rapport naturel des sexes ou encore du rapport à soi de l’individu dans la maladie et la mort spontanée [19]. Au lieu de l’harmonie ou de la coexistence paisible, c’est la violence qui surgit. Si l’état de nature comme bellum omnium contra omnes constitue, pour l’auteur du Droit naturel, un concept non pertinent s’agissant de la sphère juridique, c’est peut-être parce que son lieu d’application ne peut être que la nature à proprement parler : « Nous sommes habitués à partir de la fiction d’un état de nature qui, bien loin d’être un état de l’esprit, de la volonté rationnelle, est l’état des animaux dans leurs relations mutuelles. » [20]
Seconde objection : une telle dispersion ne se manifeste-t-elle pas également au sein de l’esprit ? Que l’on songe en effet au combat pour la reconnaissance ou à la contradiction aiguë qui apparaît au sein de la société civile. Comment plaider en faveur de la thèse selon laquelle il y aurait, fondamentalement, unité de l’esprit ? Tout d’abord, il convient de remarquer que la violence au sein de l’esprit – laquelle existe incontestablement – n’est justement pas caractérisée par l’absence de toute règle, ni non plus par la guerre de tous contre tous. La figure de la domination et de la servitude, par exemple, renvoie au duel et à ses règles. De même, la société civile est par définition régie par le droit. Plus généralement, il apparaît que tout moment de l’esprit est par essence unitaire : « Si, dans la nature, le concept a son objectivité extérieure accomplie, cette sienne extériorisation séparant d’avec soi (Entäusserung) est supprimée, et il est, en celle-ci, devenu pour lui-même identique à lui-même. » [21] Une figure déterminée de l’esprit contient certes une série de déterminations particulières, mais, selon Hegel, il ne s’agit pas de parties qui, en tant que telles, pourraient être modifiées de l’extérieur, voire arrachées au sujet. Non pas que l’esprit n’ait « ni portes ni fenêtres » : mais, dans son rapport avec l’extérieur, il idéalise l’influence de celui-ci et par conséquent rend bien compte de soi par soi : « Si, par exemple, était mis dans l’or un autre poids spécifique que celui qu’il a, il lui faudrait disparaître comme or. Mais l’esprit a la force de se conserver dans la contradiction, par suite dans la douleur. » [22] On comparera une telle détermination de l’esprit avec cette affirmation de Descartes : « Il n’y a en nous qu’une seule âme, et cette âme n’a en soi aucune diversité de parties : la même qui est sensitive est raisonnable et tous ses appétits sont des volontés. » [23] Finalement, par opposition à l’esprit qui peut se définir comme l’acte de se conserver unitairement tout en s’enrichissant continuellement de déterminations particulières, la nature consiste en une série discrète de corps, chacun de ces corps étant en lui-même divisé.
La difficulté est alors la suivante : penser la nature à la fois comme contradiction non résolue et comme possédant néanmoins un sens – ou plus précisément : comme possédant une essence assignable. « La nature est en soi, dans l’idée, divine, mais, telle qu’elle est, son être ne correspond pas à son concept ; elle est bien plutôt la contradiction non résolue. » [24] Les commentaires dépréciatifs de Hegel sur la nature sont bien connus, et notamment le fait qu’il reprend à son compte les désignations traditionnelles de la nature comme non ens ou comme déchéance de l’idée (Abfall der Idee) [25]. Proposons une interprétation de ce catastrophisme ontologique. La contradiction de la nature réside dans l’inadéquation de celle-ci à son concept. Nous avons vu que si, dans l’esprit, tout moment particulier réalise singulièrement l’universel – c’est-à-dire son concept –, à l’opposé, les individus naturels sont abandonnés à leur particularité abstraite. Pour reprendre un exemple cité plus haut, les protagonistes du combat pour la reconnaissance, alors même qu’ils s’opposent, sont liés par leur commune humanité. Les différentes civilisations historiques, quoique concurrentes, ne sont pas exclusives mais complémentaires puisqu’elles se conditionnent mutuellement comme étapes du progrès de l’esprit du monde. En revanche, les instants du temps sont réciproquement exclusifs [26], tandis que les différentes espèces animales sont hostiles les unes par rapport aux autres [27]. Or, ce qui est vrai de chacun des moments de la nature est également vrai de celle-ci en général. La contradiction fondamentale qui affecte la seconde sphère du parcours encyclopédique consiste en ce qu’elle n’existe pas comme totalité effective. Car elle est irrémédiablement dispersée en moments abstraits, qui, chacun, sont caractérisés par leur « particularisme », leur caractère scindé. C’est pourquoi une addition de l’Encyclopédie peut affirmer que, dans la nature, le concept est caché par la carapace (die Decke) de l’extériorité, qui se confond alors avec la nécessité extérieure [28].
Pour autant, la nature n’est-elle qu’un chaos, ou peut-elle à l’inverse être connue en elle-même ? C’est en fait cette dernière proposition qui est pertinente. Certes, un instant, par exemple, constitue une particularisation inadéquate du concept du temps, mais il n’en est pas moins une particularisation réelle. C’est pourquoi il est possible de penser ensemble ces deux énoncés : d’une part il y a une essence de la nature, d’autre part la nature réelle n’est pas adéquate à son essence. Comme on le sait, la vérité désigne, pour Hegel, l’adéquation de la chose à son propre concept. Avec la nature, nous avons donc affaire, de part en part, à une ontologie du faux. Or, dans la perspective qui est celle de l’auteur de l’Encyclopédie, il ne saurait y avoir de fausseté que par rapport à une vérité présupposée. C’est cette relation à son propre concept qui distingue le faux du simple irrationnel. En définitive, la nature est la contradiction non résolue parce qu’elle est inégale à son essence, alors même qu’elle tente constamment et vainement de s’établir comme totalité effective [29].
 
Y A-T-IL UN « PROGRÈS » AU SEIN DE LA NATURE ?
 
 
Au § 249 de l’Encyclopédie de 1830, Hegel caractérise la nature comme un système de niveaux (Stufen). De fait, on constate que les moments considérés gagnent progressivement en densité ontologique, au sens où ils sont de plus en plus autonomes et de plus en plus riches en déterminations. Il suffit, pour s’en convaincre, de comparer les corps mécaniques (première section de la philosophie de la nature) avec les corps organiques (troisième section). Il y a d’une part un progrès en différenciation de soi, puisque, si les moments mécaniques consistent en la réitération à l’identique des points de l’espace, des instants du temps, ou encore sont caractérisés par une matière qui reste constamment la même et se trouve seulement superficiellement déterminée, les corps organiques en revanche sont articulés en membres possédant des configurations et des fonctions distinctes. Il y a d’autre part un mouvement d’unification avec soi. Alors que la sphère mécanique, en effet, est caractérisée par des objets discontinus (les points de l’espace, les instants du temps ou encore les astres du système solaire), l’organisme se présente, quant à lui, comme un tout continu, rendant compte par soi d’un devenir qui, par là même, est nécessaire. Ces deux mouvements se contredisent-ils ? En fait, ils s’articulent, en ce sens que l’on passe d’une identité et d’une différence formelles, qui relèvent de la répétition et de la discontinuité, à une identité et à une différence concrètes, caractérisées par l’unité fonctionnelle.
Ce développement peut également s’analyser de la manière suivante. Dans la mécanique tout d’abord, il y a équivalence simple du principe de détermination et du pôle objectif. S’agissant d’une planète du système solaire par exemple, sa localisation ou son mouvement sont explicables à partir du corps central – le Soleil – qui lui-même constitue un corps astral et, à ce titre, est extérieur à soi. À l’opposé, dans la physique organique, l’âme naturelle de l’animal possède un statut distinct du corps puisqu’elle existe idéellement – d’où le sentiment de soi. Ce point est bien souligné dans une addition de la philosophie de l’esprit : « La Philosophie de la nature nous enseigne comment la nature supprime par degrés son extériorité, – comment la matière, déjà par la pesanteur, réfute la subsistance-par-soi du singulier et du multiple, – et comment cette réfutation, inaugurée par la pesanteur et, plus encore, par la lumière, indissociable, simple, est achevée par la vie animale, par l’être sentant, puisque celui-ci nous révèle l’omniprésence de l’âme une en tous les points de sa corporéité, par conséquent l’être-supprimé de l’extériorité réciproque de la matière. » [30] On peut donc affirmer que la nature constitue bien un système, dont les moments sont de plus en plus concrets, et dont les produits ultimes sont eux-mêmes systématiquement organisés. Le « progrès », au sein de la nature, est caractérisé par l’apparition d’éléments présentant en eux-mêmes de plus en plus de différences, mais, inversement, les intégrant de manière toujours plus achevée. Il s’agit bien d’une tendance à l’universalisation.
Cependant, cette tendance bute inévitablement sur l’extériorité rémanente de la nature. Par exemple, la forme universelle du genre ne trouve pas d’existence qui lui soit adéquate, mais se disperse dans une série atomique d’espèces ou d’individus. La nature est donc caractérisée par l’échec inéluctable de sa quête de l’universel. L’addition du § 396 de l’Encyclopédie de 1830 propose le commentaire suivant : « L’être qui vit de façon simplement animale (...) n’a pas la puissance de réaliser véritablement le genre dans lui-même ; sa singularité immédiate, dans l’élément de l’être, abstraite, demeure toujours en contradiction avec son genre, n’exclut pas moins celui-ci qu’elle ne l’inclut en elle-même. Du fait de son incapacité à présenter pleinement le genre, l’être qui n’est que vivant va à l’abîme. Le genre se montre en lui comme la puissance devant laquelle il lui faut disparaître. (...) Par contre, le genre se réalise de façon vraie dans l’esprit, dans la pensée – cet élément homogène à lui. » [31] L’ultime moment de la nature, l’organisme animal, se présente comme le sommet de la nature : il y a alors, en effet, sentiment de soi, emprise de l’âme sur les organes, faculté de s’affirmer face à l’environnement inorganique dans la nutrition, faculté, enfin, de se rapporter à l’autre comme à soi-même dans l’accouplement. Pourtant, l’animal demeure également affecté de l’insuffisance qui caractérise en général la nature, à savoir l’incapacité de se penser soi-même (levivant n’est affecté que par des sensations extérieures), l’incapacité de se rapporter au monde sur le mode positif du travail, et, dans l’accouplement, un rapport à autrui qui demeure gouverné par la tendance et non pas orienté vers la reconnaissance. En définitive, la nature ne s’abolit pas en elle-même comme nature, mais, bien au contraire, sa contradiction propre se radicalise à mesure que les termes inadéquats à leur concept propre gagnent en teneur et en subjectivité. La nature passe en effet d’une contradiction simplement formelle (l’extériorité à soi de l’espace) à une contradiction absolue (la mort de l’organisme). C’est d’ailleurs l’absolutisation de la contradiction qui rend inévitable le passage à la troisième sphère de l’Encyclopédie, l’esprit. Nous retrouvons ici un thème fréquemment évoqué par Hegel : c’est seulement lorsqu’est atteint le plus grand mal que peut s’opérer le passage au bien [32].
Par ailleurs, la nature est aussi caractérisée par Hegel comme immédiate. Elle ne consiste pas en effet dans le devenir du même, dans le développement d’une unique entité, mais est au contraire constituée d’une série discrète de moments différenciés surgissant tous à la fois. La nature n’a pas d’histoire : c’est un axiome fondamental de la philosophie hégélienne de la nature, que thématisent notamment les polémiques nourries contre toute idée de transformisme (voir Gr. 1,104-117). C’est ainsi qu’il faut comprendre, semble-t-il, l’affirmation selon laquelle les niveaux ne s’engendrent pas « naturellement » au sein de la nature (voir Gr. 1,106).
La nature tend à s’universaliser, mais de manière négative, c’est-à-dire en supprimant abstraitement sa particularité. On peut observer un tel schème de manière privilégiée en considérant la reprise, dans la philosophie de la nature, du thème aristotélicien selon lequel c’est l’espèce et non l’individu qui réalise l’essence de l’animal [33]. Chez Hegel, l’effectivité de l’organisme animal consiste, comme processus générique, à sacrifier successivement chacun des individus singuliers. Alors que le Stagirite se borne, en quelque manière, à constater l’inaptitude de l’individu singulier à actualiser parfaitement sa forme spécifique, l’auteur de l’Encyclopédie dramatise le thème. Pour lui, le procès de réalisation du concept ne consiste en rien d’autre qu’en la mise à mort systématique de chacun de ses représentants singuliers. Comment rendre compte d’un tel effet ?Dans la mesure où le particulier est l’instance qui, loin de manifester l’universel, l’occulte bien plutôt, la victoire de l’universel ne saurait consister en autre chose qu’en la destruction du particulier. On comprend ainsi, par exemple, que le rapport d’une planète quelconque au Soleil implique la quête indéfinie de son « lieu naturel » par la première, que les corps chimiques soient détruits au cours des réactions auxquelles ils participent et qu’enfin les membres de toute espèce animale soient continuellement sacrifiés. Les moments ultimes de la nature – la maladie et la mort spontanée de l’individu –, dans la mesure où, non seulement ils sont conformes à la logique d’échec qui caractérise de part en part la deuxième sphère de l’Encyclopédie, mais encore radicalisent cette logique, constituent bien, en définitive, l’accomplissement le plus vrai de la nature.
 
LE DÉVELOPPEMENT DE LA NATURE
 
 
Comment comprendre alors le passage de l’une à l’autre sphère de la nature ? L’évolution structurelle paraît être la suivante : 1) Dans la mécanique, l’objet est déterminé non pas par des qualités intrinsèques mais seulement par des caractéristiques superficielles et passagères : localisation spatiale ou temporelle, mouvement, trajectoire ... 2) Dans la physique, à l’opposé, l’objet est individualisé : il possède des attributs essentiels qui le différencient intrinsèquement de tout autre. Mais cette individualisation reste simple. Par exemple, l’or se distingue certes de l’argent, mais ni l’un ni l’autre ne sont composés de parties différenciées. Corrélativement, le corps physique est particulier. Pour rester sur le même type d’exemple, un métal est or, ou bien argent, ou bien cuivre, etc., mais il n’existe aucun corps physique « total », qui intégrerait les propriétés de l’ensemble des métaux existants. 3) Dans la physique organique, enfin, la chose est articulée intérieurement de manière systématique. Ainsi, le corps animal est composé d’une série de membres qui renvoient, selon Hegel, à la totalité des fonctions organiques possibles. C’est pourquoi il reste identique à lui-même dans son évolution. L’acide, corps physique, se neutralise, à l’instar de l’eau, qui s’évapore. Mais l’animal, quant à lui, est capable de croître et de se transformer sans perdre son identité initiale. Bien plus, aux prises avec un Autre, il ingère ce dernier et le rend identique à soi. Typiquement, le processus nutritif, chez le végétal et l’animal, consiste à transformer l’inorganique en organique.
On peut encore considérer l’évolution systématique de la nature chez Hegel d’un point de vue plus précis. 1) L’objet mécanique n’est ni autonome ni dépendant : il est indifférent. Un des aspects les plus curieux de la mécanique céleste selon Hegel tient à ce que les satellites du soleil ont leur principe de mouvement en eux-mêmes. 2) Le corps physique, à l’opposé, est conditionné par un terme extérieur : « le corps en tant que cristal n’éclaire pas de lui-même, il n’est que le paraître d’un autre » [34]. 3) Avec le corps organique, enfin, nous avons affaire à une instance qui s’autonomise à proprement parler : elle se rapporte à un autre, mais elle est elle-même cet autre. Ainsi le fonctionnement physiologique consiste en une Aufhebung continuée du corps propre (qui menace incessamment de se dégrader en processualité clinique), des éléments ingérés ou encore du sexe opposé à l’intérieur d’une même espèce. Selon Hegel, la détermination du vivant s’explique seulement à partir de lui-même, la raison d’être des différentes caractéristiques d’une plante, par exemple, se trouvant en celle-ci et non pas dans l’environnement extérieur. En définitive, on constate que le procès de la nature consiste en l’avènement d’objets de plus en plus auto-déterminés ou auto-explicatifs, et, partant, doués d’une autonomie et d’une puissance croissantes à l’égard deleur environnement. Cependant, ilsneparviennent jamais à dépasser la contradiction qui les définit : l’inadéquation de leur forme, comme principe d’unité, et de leur matière, comme principe d’extériorité.
 
LA MÉCANIQUE
 
 
Les déterminations de l’objet mécanique sont immédiates en ce sens qu’elles ne correspondent ni à l’actualisation d’une essence (physique), ni à la réalisation d’un but intérieur (physique organique). Tant sans faut cependant que nous ayons affaire à une matière indéterminée, le premier moment de la mécanique a pour objet de pures idéalités, à savoir l’espace, le temps, puis le lieu et le mouvement. Certes, il ne s’agit pas de déterminations subjectives : Hegel récuse sans hésiter l’interprétation kantienne de l’espace et du temps comme formes a priori de l’intuition (voir Gr. 1,136-137). Il est cependant remarquable que la nature commence non pas avec la réalité mais bien avec l’idéalité – une idéalité qui, à la différence de celle qui caractérise la pure logique, est cependant extérieure à soi.
a) Espace et temps. – Tel est le coup de force de Hegel : élever ces déterminations à la dignité de moments, c’est-à-dire les poser, chacune, comme une totalité en laquelle s’investit sans reste l’absolu en développement. Ces déterminations sont constituées d’éléments atomiques : les parties de l’espace, les instants du temps, les positions spatio-temporelles du mobile. Plus précisément, nous avons affaire tout d’abord à la série statique des points de l’espace, puis à la série processuelle des instants du temps, enfin au procès d’une même immédiateté : le mobile.
b) Mécanique finie. – Si les éléments de la première sphère de la mécanique restent largement indifférents à leur propre égard, les corps mécaniques finis se spécifient à l’opposé, selon Hegel, par leur réflexion négative en soi : « La matière (...) est pour soi à l’exclusion de l’autre. » [35] La relation à soi comme même de la matière s’exprime comme attraction et la relation à soi comme autre comme répulsion. La conjonction de ces deux déterminations constitue cependant une contradiction que le corps mécanique fini tente continûment (et vainement) de surmonter. D’une part en effet il possède une tendance spontanée au mouvement : sa pesanteur ; d’autre part son mouvement est conditionné par son centre extérieur. Ainsi nous avons affaire, avec la chute, à un mouvement spontané, car entraîné par la pesanteur propre du mobile, mais qui reste également dirigé vers le centre naturel extérieur de l’objet – la Terre. Le mouvement de chute n’est donc libre que de manière relative. La mécanique finie met bien en scène le procès par lequel le corps matériel tend à se défaire de sa dépendance à l’égard de l’Autre – un procès qui cependant ne parvient jamais à l’achèvement.
c) Mécanique absolue. – Tandis qu’étaient présentés, dans les deux moments précédents, une série d’idéalités atomiques ou de corps matériels finis sans véritable loi d’interaction, apparaît maintenant un système – le système solaire – qui, en tant que tel, constitue une totalité organisée. Si les composants de cet ensemble (le Soleil, les planètes et leurs satellites) demeurent mutuellement extérieurs, ils sont désormais unis par la loi de la gravitation, en vertu de laquelle les corps tendent librement vers leur centre naturel. Ceux-ci, en se rapportant à ce dernier, ne se rapportent en effet plus à un Autre mais à soi. Un système rationnel désigne à proprement parler, chez Hegel, un objet différencié en lui-même qui rend compte par soi de ses déterminations. Dans le premier moment de la mécanique, les déterminations étaient immédiates, c’est-à-dire infondées. Dans le deuxième moment, les déterminations étaient certes intelligibles, mais conditionnées à chaque fois par un Autre. Désormais, d’une part le système solaire est autonome, puisque nul facteur extérieur n’a d’effet sur lui, d’autre part, selon Hegel, la raison d’être du mouvement des astres est intelligible en elle-même. Pour l’auteur de la philosophie de la nature, il suffit en effet d’observer ce mouvement pour le comprendre. Le mérite de Kepler se réduit paradoxalement à ce qu’« il a trouvé une expression universelle pour des data empiriques » [36]. Tel est d’ailleurs l’un des ressorts de la critique nourrie contre Newton au profit de Kepler. L’astronome allemand, aux yeux de Hegel, s’est en effet contenté de consigner ses observations portant sur un objet en lui-même intelligible, tandis que l’auteur des Principia a prétendu rendre compte, au moyen de l’outil mathématique, de quelque chose qu’il présupposait par là même non intelligible par soi. Ce faisant, il a seulement montré qu’il était contaminé par une « mauvaise métaphysique » (Gr. 1,256).
Une telle position épistémologique paraît singulière au lecteur contemporain. Plus notre culture scientifique est vaste en effet, et plus s’accroît notre sentiment d’ignorance à l’égard de la nature. Pour Hegel en revanche, il n’y a nul voile à soulever pour accéder à la compréhension de l’effectivité : « La loi du mouvement est rationnelle. Les autres différences sont déterminées par la place que [les corps] occupent au sein du concept. Et, ici, se trouve alors le corps fixe, en repos, le corps central absolu, [tandis que] les corps seconds, qui ont le centre en soi mais aussi à l’extérieur de soi, se meuvent selon leur concept, car leur lieu n’est pas absolument déterminé. » (Gr. 1,217) Selon ce texte, l’immobilité du Soleil tient à ce qu’il possède en lui-même son centre, tandis que le mouvement des autres astres s’explique, au contraire, par l’extériorité de leur centre respectif – que celui-ci corresponde au Soleil pour les planètes, ou à l’une des planètes elles-mêmes pour les corps lunaires. Dans la mesure en effet où un astre ne possède pas en lui-même son centre, son « lieu » est contingent et par suite en mouvement. S’agissant de la trajectoire des astres, il est conforme à la rationalité que « le mouvement soit de façon universelle un mouvement qui retourne en lui-même » [37]. Ainsi se trouve parfaitement justifié, aux yeux de Hegel, le caractère d’une part circulaire ou elliptique, d’autre part ad infinitum du mouvement des planètes et de leurs satellites.
On peut maintenant établir le bilan de la première section de la philosophie de la nature. Du premier au troisième moment, la propriété spécifique de la mécanique est maintenue, à savoir l’immédiateté et le caractère super-ficiel des déterminations. Cependant, dans le premier moment (Espace et temps), les éléments sont seulement formels et leurs déterminations – l’ordre spatial, etc. – sont présupposées. Dans le troisième moment, celui de la mécanique absolue, à l’opposé, les objets mécaniques sont désormais substantiels en tant qu’astres et leurs déterminations – à savoir leurs mouvements – ne sont plus présupposées mais s’expliquent rationnellement. Il y a donc un gain en teneur ontologique et en rationalité [38]. De manière corrélative, si, dans le premier moment, la forme conceptuelle, en tant qu’ordre, n’est pas distinguée du réel, dans le troisième moment, le principe formel, à savoir le Soleil en tant que corps central absolu, advient de manière à la fois substantielle et autonome. Le troisième moment est donc bien celui de l’effectivité, c’est-à-dire de la réalisation en et pour soi de la mécanique, qui ne possédait initialement qu’un statut formel et présupposé.
 
LA PHYSIQUE
 
 
La détermination du corps physique, à la différence du corps mécanique, est non plus superficielle mais intrinsèque. Le corps physique n’est plus caractérisé de façon seulement accidentelle mais bien par une essence. À ce titre, il est individualisé, au sens où il se distingue de tout autre en lui-même. Cependant, dans la sphère de la physique, l’individualisation résulte encore du rapport à un Autre : ainsi le corps physique se spécifie-t-il par son aspect sensible, sa dureté, ses effets magnétiques ou électriques..., tous traits qui enveloppent une relation à un aliud. Si la détermination de l’objet, dorénavant, n’est plus simplement formelle, à la différence encore une fois de la mécanique, elle ne renvoie pas non plus à une relation à soi, à la différence de la physique organique. Corrélativement, la détermination du corps physique est finie, au sens où elle est particulière et s’oppose à toute autre détermination possible. Ce qui est eau n’est pas air, ce qui est acide n’est pas alcalin, etc. Une telle finitude signifie que l’objet est incapable d’évoluer sans disparaître en tant que tel.
a) Physique de l’individualité universelle. – À l’instar du premier moment de la mécanique, le premier moment de la physique, dans les versions berlinoises de l’Encyclopédie, considère à chaque fois une série de déterminations abstraitement singulières : la lumière et l’obscurité, les éléments (au sens aristotélicien du terme) et les phénomènes atmosphériques. Leur individualité (puisque tel est désormais l’enjeu de la physique) est ici seulement présupposée, au sens où elle est immédiatement admise et ne constitue pas le résultat d’un processus. Partant, nous avons affaire à des objets qui ne sont pas substantiels. En d’autres termes, il ne s’agit pas de choses mais seulement d’effets : éclairer, aérer, consumer... De manière également corrélative, la portée des objets considérés est universelle : par exemple, la lumière du soleil éclaire l’ensemble du système solaire ; d’une certaine façon, les éléments primordiaux exercent leurs effets en tous lieux ; enfin, le processus météorologique affecte la Terre entière. Mais il faut souligner qu’une telle universalité reste synonyme d’abstraction, c’est-à-dire d’une réalité encore inchoative. À l’opposé, dans les moments ultérieurs de la physique, il sera tout d’abord question d’objets ayant une influence finie (physique de l’individualité particulière), puis d’objets qui tendent à se rapporter à eux-mêmes (physique de l’individualité totale).
Dans la physique de l’individualité universelle, les effets lumineux ont pour enjeu la pure manifestation de l’Autre. Les éléments, quant à eux, ont un effet réel. Enfin, alors qu’il y a plusieurs sources de lumière ou d’obscurité (les étoiles, les planètes, etc.) et que chacun des éléments existe de manière dispersée, les phénomènes atmosphériques sont les effets d’un seul et unique cycle météorologique se rapportant à la Terre : « Les éléments [météorologiques] ne sont pas autonomes, ils n’ont de sens que dans le processus, leur sens est d’être produits puis réduits à nouveau. » [39]
b) Physique de l’individualité particulière. – De la simple production d’effets, nous passons aux choses réelles. Mais celles-ci, comme dans la mécanique finie, se trouvent affectées d’une contradiction qu’elles tendent vainement de surmonter. Dans la mécanique finie, la contradiction de la matière résidait dans le fait que celle-ci n’avait pas en elle-même son centre, c’est-à-dire son lieu naturel. Désormais, la chose s’efforce d’affirmer une individualité propre à l’encontre des conditions physiques générales : « Ici se trouve le combat de l’individualité contre la pesanteur, la spécification de la pesanteur et ensuite la dissolution de celle-ci. [...] Ce qui achève cette sphère est alors le fait que l’individualité parvienne à l’existence – certes à une existence seulement abstraite. L’individualité parvenant à la liberté a surmonté la pesanteur, la chaleur, la lumière, etc. » [40]
c) Physique de l’individualité totale. – Dans le troisième moment, le principe formel étend sa domination sur l’ensemble du corps matériel. Il y a donc bien Aufhebung de la matérialité par l’idéalité. À la différence du moment précédent, il ne s’agit cependant plus de la lutte stérile d’une forme relativement impuissante et d’une matière passablement rétive mais du moment de la totalité systématique. La physique de l’individualité totale constitue, au sein de la nature, l’équivalent structurel de la mécanique absolue et de l’organisme animal. Une telle unité systématique signifie d’une part que la forme est autonome et se manifeste comme telle, d’autre part que la matière se plie docilement à l’action organisatrice de la forme. Hegel propose alors le commentaire suivant : « La matière est déterminée par le concept jusqu’à être une forme immanente face à la pesanteur. La matière est immédiatement telle qu’elle laisse la forme se déployer. Nous avons maintenant une forme libre et une matière fluide, perméable pour soi. (...) Le passage à la structure [i.e. au premier moment de la physique de l’individualité totale] consiste en ce que cette forme existant pour soi est l’identité se rapportant à soi, tandis que [son] Autre est la matière en tant que soluble. » [41] L’élément formel, désormais immanent au système considéré, se révèle d’une parfaite efficacité. Pour prendre un exemple opposé, dans la physique de l’individualité particulière, le principe d’individuation est paradoxalement un Autre. C’est ainsi que le son émis par un matériau quelconque dépend de la manière dont celui-ci est sollicité. Tout au contraire, dans la physique de l’individualité totale, le principe formel est intérieur et se révèle adéquatement de lui-même. Il en va ainsi, par exemple, pour la forme d’un cristal, pour la saveur d’une substance quelconque ou les propriétés d’un corps chimique. Il convient cependant de rester attentif à la distance qui sépare encore l’ultime moment de la physique et la sphère de la physique organique. Cette dernière, comme on le verra, rend compte de soi par soi. À l’opposé, même si, dans la physique de l’individualité totale, le principe d’individuation est immanent et actif, les corps physiques restent affectés de l’abstraction caractéristique de la deuxième sphère de la nature, à savoir la dépendance à l’égard de l’Autre. Ainsi la structure, comme principe immanent d’organisation spatiale, se définit par rapport à l’espace en général. De même le moment de la particularisation du corps individuel consiste en un certain rapport du corps physique à la lumière (lois de l’optique), aux éléments primordiaux (odeur et saveur), ou encore aux autres corps physiques (électricité). Enfin, la chimie, qui actualise les propriétés virtuelles des réactifs, requiert un « milieu » – eau ou air – comme condition de toute réaction.
 
LA PHYSIQUE ORGANIQUE
 
 
Si le corps physique est individualisé, il se définit cependant encore essentiellement par son rapport avec l’extérieur. C’est pourquoi, dans la Leçon de 1821/22, Hegel peut parler d’une individualité seulement relative [42]. À l’opposé, le corps organique est parfaitement autonome du point de vue de ses déterminations. Certes, le vivant consomme un certain nombre d’éléments extérieurs. Cependant, selon l’auteur de la philosophie de la nature, le rapport d’assimilation a pour sens non pas de fournir les matériaux indispensables à la conservation du corps, mais de marquer la victoire de l’organique sur l’extérieur inorganique. Surtout, la nature de ce qui est consommé n’a pas d’influence sur les déterminations du vivant, puisque l’assimilation implique, au contraire, une « métamorphose de l’inorganique en animalité » (Gr. 2,264).
Dans le développement de la philosophie de la nature, nous avons déjà rencontré des moments auto-explicatifs, à savoir la mécanique absolue et la physique de l’individualité totale. Mais nous avions alors affaire à une pluralité d’éléments en interaction. Ce qui est nouveau avec l’organisme, c’est que l’articulation systématique est non plus extérieure mais intérieure. La physique organique désigne donc un moment de singularité, au sens où elle met en scène non plus une série d’objets mais, à chaque fois, un corps unique. Or, du point de vue hégélien, le progrès est considérable, car la singularité de l’organisme ne signifie rien de moins que l’avènement de l’autonomie au sein de la nature. Il se confirme ainsi, comme cela a été souvent souligné, que le développement systématique de l’absolu est tendu, selon Hegel, vers la réalisation de la liberté. Certes il ne peut s’agir que d’une liberté encore abstraite. En effet, au sein de la nature, dans la mesure où l’extériorité reste nécessairement mal assujettie par l’intériorité, l’élément substantiel demeure inadéquat au principe subjectif. Cependant ce qui était initialement simplement présupposé est, désormais, activement produit. Ainsi, dans le premier moment de la nature, l’espace comme extériorité était donné. L’organisme, au contraire, se pose comme tel. Plus généralement, il correspond à l’auto-position de la nature selon son essence propre. Nous avons donc bien affaire ici à l’idée de la nature, au sens emphatique du terme, c’est-à-dire à l’auto-réalisation du concept dans l’objectivité.
En quoi peut-on affirmer, plus précisément, que la physique organique vérifie le concept de la nature, à la différence des moments antérieurs ? Ce concept, on l’a dit, consiste dans l’extériorité à soi. Or, dans la mécanique et la physique, l’extériorité demeurait « extérieure » puisque l’interaction jouait uniquement entre des corps distincts. Désormais, il existe une interaction systématique à l’intérieur d’un même corps, lequel est en effet composé de membres en rapport de coopération fonctionnelle. C’est donc bien avec la seule physique organique que s’opère l’unification véritable du concept de la nature et de l’existence de celui-ci.
a) La nature géologique. – Le premier moment de la physique organique ne traite pas de la Terre en tant que planète, mais considère les propriétés de celle-ci qui, aux yeux de Hegel, sont spécifiquement organiques. Ceci tend à confirmer une hypothèse que nous avons soutenue à l’occasion de l’étude de l’espace et du temps, puis de la physique de l’individualité universelle : le premier moment de chacune des trois grandes sphères de la nature a pour objet non pas des substances au sens de déterminations réfléchies dans soi, mais des effets ou des propriétés. Qu’est-ce qui, à propos de la Terre, peut alors être considéré comme organique ?
1) Tout d’abord un ensemble de déterminations spatiales (sa situation dans le système solaire, l’inclination de son axe de rotation par rapport au plan de révolution, l’organisation des continents avec leurs caractéristiques respectives, etc.). Il est clair que ces éléments ne relèvent pas de la mécanique absolue, qui ne considère que les masses et les coordonnées spatiotemporelles des astres. Ils ne ressortissent pas non plus à la physique, car la Terre, ici, ne se rapporte qu’à elle-même. Surtout, selon Hegel, nous avons bien affaire à un système, au sens où l’ensemble de ces propriétés se déterminent mutuellement : « Mais son existence [celle de la Terre] n’est fondée que dans cette connexion continue. S’il manque un élément, alors elle cesse d’être ce qu’elle est. » [43] Hegel s’insurge donc contre la thèse selon laquelle les déterminations considérées seraient contingentes : « La répartition de la terre et de la mer apparaît de prime abord comme contingente. Mais la contingence est l’ennemie du concept, et l’activité de ce dernier consiste à saisir, en tant que déterminé nécessairement, ce qui apparaît à la conscience sensible comme contingent. La contingence possède sa sphère, mais dans l’inessentiel. » [44] 2) Le deuxième moment concerne les formations géologiques (roches, métaux), considérées synchroniquement et diachroniquement. Hegel défend en effet l’idée selon laquelle la Terre a eu une histoire, même si le processus de développement est désormais révolu. Assurément, l’histoire, dans la nature, ne saurait être confondue avec l’histoire de l’esprit, dans la mesure où c’est seulement dans le deuxième cas que le concept lui-même évolue. C’est ainsi que le concept géologique de la Terre est immédiat et que les différents changements qui affectent celle-ci sont en réalité indifférents : ils ne mènent, pourrait-on dire, que du pareil au même. 3) Enfin la Terre constitue le substrat des procès de génération spontanée – ce phénomène étant présenté par Hegel comme indiscutable. Cependant le philosophe prend soin d’établir une distinction entre la generatio æquivoca et les organismes végétaux et animaux. Il ne s’agit en effet encore, avec la première, que d’une vitalité sans substrat ni produit.
b) La nature végétale. – Si le géologique consiste donc en une série d’effets ou de propriétés, toute plante constitue, à l’opposé, un corps substantiel. Cependant les principes d’unité et de différenciation de la plante restent superficiels aux yeux de Hegel, puisqu’il ne s’agit que de la juxtaposition de parties essentiellement identiques : « Pour cette raison, la différence des parties organiques n’est qu’une métamorphose superficielle, et une partie peut facilement adopter la fonction de l’autre. » [45] Le principe de totalité de la plante, en outre, n’est pas intérieur mais extérieur à celle-ci, puisqu’il n’est autre que la lumière : « Ainsi, dans la plante, la forme, l’unité ipséique en tant qu’unité autonome est encore extérieure à celle-ci. (...) C’est son tout, son unité pure, son Dieu, toute sa nature rassemblée dans une unité simple. Son soi appartient ainsi physiquement à la nature inorganique. Son rapport suprême est rapport à la lumière. » [46] Quelle est alors la destination de la plante ? Se poser comme subjectivité, conquérir une âme immanente. Comme tout processus réflexif, celui-ci est cependant voué à l’échec, ne se réalisant que selon le schème insatisfaisant du mauvais infini. Dans la mesure en effet où les plantes sont par essence extérieures à soi, leur totalisation ne peut consister en autre chose qu’en une croissance indéfinie par ajout de parties, c’est-à-dire per appositionem : « Sa conservation de soi est croissance. [Les plantes] assimilent l’autre, mais cette assimilation est en même temps multiplication et sortie de soi, multiplication [par la plante] de son individualité, de telle sorte qu’elle est assurément une, mais que cette unité ne possède qu’une connexion relâchée. » [47] Constituer une totalité, pour une plante, ce n’est donc rien d’autre que reproduire ses composants, linéairement et à l’identique.
La plante existe tout d’abord de façon immédiate, comme simplement réceptive à l’extérieur (elle se dirige vers la lumière et plonge ses racines dans la terre). Puis elle s’affirme face à l’extériorité en produisant de nouveaux membres et en se manifestant par son odeur et sa couleur. Enfin, dans la floraison et la fructification, elle tend à se rapporter singulièrement à elle-même. Ce processus est interprété par Hegel comme un engendrement de soi non plus par ajout de parties mais par la production d’une semence ipséique. L’échec est cependant inévitable, dans la mesure où le soi ainsi produit n’est encore qu’un autre soi.
c) L’organisme animal. – Celui-ci constitue le sommet de la nature. Avec l’animal, nous avons affaire à une subjectivité accomplie, au sens où d’une part l’animalité constitue une processualité infinie, reproduisant ses membres en un cycle continu, et où d’autre part l’organisme possède une âme immanente déterminant l’ensemble des fonctions physiologiques. Comme on l’observe dans chacun des moments terminaux des trois grandes sections de la philosophie de la nature, le principe formel acquiert bien ici un statut autonome.
On a vu en effet que le végétal ne peut dépasser véritablement sa matérialité, puisque son idéalité fait l’objet d’une quête qui jamais n’est satisfaite. À l’opposé, l’âme naturelle de l’animal, instance idéale, assujettit unitairement le corps propre. C’est pourquoi l’animal est doué de sensations, tandis que la croissance du corps et le renouvellement incessant de sa matière laissent intacte sa forme. Certes, l’âme animale reste fondamentalement distincte de l’âme humaine aux yeux de Hegel. Car même s’il y a sentiment de soi chez l’animal, il ne s’agit encore que du sentiment de son corps : en aucune manière l’âme naturelle ne se prend elle-même pour objet. Elle est donc incapable de vérifier cette détermination fondamentale de l’esprit qu’est le « Connais-toi toi-même ». Il n’en reste pas moins que l’animal, outre le sentiment de soi, possède un certain nombre de propriétés qui sont les effets de sa subjectivité : mouvement spontané, voix, chaleur interne. Cependant une fois encore, on constate que chacune de ces caractéristiques renvoie à une négation de la nature qui reste elle-même une négation naturelle. L’animal se déplace : ainsi il nie itérativement l’espace, mais reste lui-même spatial. Par la voix – et non la parole – il exprime sa subjectivité, mais de manière sensible. Par la chaleur, il mine la résistance de sa propre matière, mais la chaleur n’est qu’une propriété physique.
De la mécanique à la physique organique, la transformation est pourtant radicale. Considérons par exemple l’évolution de l’instance formelle elle-même, qui advient en et pour soi dans le troisième moment de chaque sphère. De la mécanique absolue à l’organisme animal en passant par la physique de l’individualité totale, le moment médiatisant se métamorphose et passe d’un statut extérieur et superficiel à un statut intérieur et concret. Dans la mécanique absolue, l’universel est le Soleil (il n’est pas ici considéré du point de vue de sa luminosité, mais seulement de sa centralité), c’est-à-dire un astre extérieur, spécifié seulement par sa position. Dans la physique de l’individualité totale, il s’agit, pour l’essentiel, de la forme magnétique, de la charge électrique ou de la déterminité chimique : l’universel est certes désormais intérieur, mais il régit encore le rapport du corps à l’extérieur. Dans l’organisme animal, enfin, nous avons affaire à l’âme naturelle, à la fois intérieure et relative au seul corps propre. La chose naturelle tend bien, en dépit de son extériorité infrangible, à se recourber sur soi, c’est-à-dire à se conquérir comme pouvoir d’autodétermination.
 
NOTES
 
[1]Voir ainsi D. von ENGELHARDT, Jan Evangelista Purkyn in Science and Culture, Scientific conference Prague, August 1987, vol. 2, Praha, 1988 et Johannes Müller und die Philosophie, hrsg. von M. Hagner & B. Wahrig-Schmidt, Berlin, 1992.
[2]Voir par exemple les allusions à Hegel dans l’ouvrage classique dirigé par R. Taton, La Science contemporaine, Paris, rééd. 1995. La quasi-absence de références au philosophe dans une étude aussi importante que celle de T. Lenoir, The Strategy of Life, Dordrecht, 1982, est non moins significative.
[3]Encyclopédie I (1830), § 6, Werke 8,47, trad. B. Bourgeois, Paris, 1970, p. 168.
[4]Ibid.
[5]BACHELARD, Études, rééd. Paris, 1970, p. 12.
[6]Encyclopédie I (1830), § 1, W. 8,41, trad. cit. p. 163.
[7]Vorlesung über Naturphilosophie, Berlin 1823/24, (désormais notée Gr.), 1,19, hrsg. von G. Marmasse, Frankfurt a. M., 2000. Les références renvoient à la pagination originale du manuscrit.
[8]ARISTOTE, Mét., B 2,997 b 5 sq., trad. J. Tricot, Vrin, Paris, 1991, p. 80.
[9]Encyclopédie I (1830), § 140, note, W. 8,275, trad. cit. p. 392. Les vers sont tirés de Zur Morphologie (Contribution à la morphologie), 1820.
[10]GOETHE, La Métamorphose des plantes, trad. H. Bideau, Paris, 1992, p. 101. Pour l’appréciation, par Hegel, de la théorie de l’Urphänomen, voir la lettre à Goethe du 24 février 1821 (Briefwechsel, t. 2, p. 247). Pour une interprétation différente du rapport Hegel-Goethe, voir E. RENAULT, Hegel, la naturalisation de la dialectique, Paris, 2001, p. 162-168.
[11]Encyclopédie I (1830), § 7, W. 8,49, trad. cit. p. 170.
[12]Voir par exemple ARISTOTE, Topiques, I 1,100 a 18-21. Pour la critique hégélienne de la dialectique aristotélicienne, voir les Leçons sur l’Histoire de la philosophie, Glockner 19,145 sq., trad. P. Garniron, Paris, 1972, t. 3, p. 513 sq.
[13]Lanotion de physique désigne ici l’approche réflexive de la nature, et ne doit donc pas être confondue avec la physique comme deuxième moment de la philosophie hégélienne de la nature.
[14]Voir ARISTOTE, Anal. Post., I 33,88 b 30-89 a 10.
[15]Voir Mét. A 9,990 b 11-17,22-31.
[16]Anal. Post., I 4,73 b 26, trad. J. Tricot, rééd. Paris, 1995, p. 27.
[17]Ibid., I 2,71 b 9-12, trad. cit. p. 7.
[18]Vorlesung über Naturphilosophie, Berlin 1821/22, hrsg. von T. Posch und G. Marmasse, Frankfurt a. M., 2002 (désormais citée Ue.), p. 30. Les références renvoient à la pagination originale du manuscrit.
[19]La Leçon de 1819/20 note lapidairement : « L’organisme se tue lui-même » (Naturphilosophie : die Vorlesung von 1819/20, in Verbindung mit K.H. Ilting hrsg. von M. Gies, Napoli, 1982, p. 132).
[20]Leçons sur l’Histoire de la philosophie, G. 18,271, trad. cit. t. 3, p. 475.
[21]Encyclopédie III (1830), § 381, W. 10,17, trad. B. Bourgeois, Paris, 1988, p. 178.
[22]Ibid., Add. du § 382, W. 10,26-27, trad. cit. p. 393.
[23]DESCARTES, Les Passions de l’âme, art. 47, AT XI, 364.
[24]Encyclopédie II (1830), R. du § 248, W. 9,27-28.
[25]Ibid. Plus brutalement, on pourrait traduire Abfall par résidu, rebut ou déchet.
[26]Voir l’Encyclopédie II (1830), § 259, W. 9,51-52.
[27]Voir ibid., § 368.
[28]Voir l’Encyclopédie III (1830), Add. du § 381, W. 10,24, trad. cit. p. 391.
[29]C’est à partir de ce dernier point que l’on saisit pourquoi Hegel insiste tant, dans la constitution de la philosophie de la nature, sur l’usage des sciences d’entendement. Leur fonction propre est en effet de repérer la généralité dans les données de l’observation avant que la raison n’identifie, à son tour, la dynamique systématique du concept. Nul n’a mieux mis en évidence l’importance et les conditions de cette médiation de l’entendement qu’Emmanuel Renault.
[30]Encyclopédie III (1830), Add. du § 389, W. 10,47, trad. cit. p. 407.
[31]Ibid., Add. du § 396, W. 10,76, trad. cit. p. 430.
[32]Voir par exemple la Phénoménologie de l’esprit, W. 3,257.
[33]Voir ARISTOTE, De Anima II, 4,415 b.
[34]Gr. 2,98.
[35]Gr. 1,164.
[36]Encyclopédie II (1817), R. du § 212, Glockner. 6,167. Voir également l’Encyclopédie II (1830), R. du § 270, W. 9,86.
[37]Encyclopédie II (1830), R. du § 270, W. 9,89.
[38]Voir Ue. 41 : « Chacun des niveaux indiqués est, du point de vue du concept, plus intensif que le précédent. »
[39]Gr. 1,295.
[40]Ibid., 1,232.
[41]Ibid., 2,37-38.
[42]Voir Ue. 43.
[43]Gr. 2,177-178.
[44]Ibid., 2,178.
[45]Encyclopédie II (1830), § 343, W. 9,371.
[46]Gr. 2,201.
[47]Ibid., 2,198.


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#783 De: "Konrad & Isabel Utz" <isacon@...>
Data: Dom, 2 de Ago de 2009 11:08 pm
Assunto: Folder: V Congresso Internacional da SHB, 2009
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Caros amigos

Em anexo lhes mando o folder de nosso evento (uma vez colorido, outra vez em
preto e branco). Por favor, imprimem, copiem e usem para divulgar nosso
congresso o máximo possível. Convidem todos seus colegas, orientandos e demais
pesquisadores que se interessam por Hegel.

Lembro que o prazo para a submissão de resumos (agora sobre qualquer temática
vinculada a Hegel) vai até o 20/08/2009. Devido ao atraso na divulgação (que,
por sua vez, é devido à chegada tardia de nossa verba), as taxas de inscrição
não aumentaram a partir de julho (confiram nosso site www.hegelbrasil.org ou
nosso blog http://hegel2009.blogspot.com/).

Saudações hegelianas da equipe de organização!

Konrad Utz


--
Prof. Dr. Konrad Utz

Universidade Federal do Ceará
Departamento de Filosofia
Av. da Universidade, 2853
Benfica
60020-181 Fortaleza, CE
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++55 85 3366.7633

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#782 De: Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa <danilocostaadv@...>
Data: Qui, 16 de Jul de 2009 2:19 pm
Assunto: [HEGEL] REVISTA ESTUDOS HEGELIANOS, N. 9 - ON-LINE!
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Carríssimas hegelianas,
Caríssimos hegelianos,
Autores, conselheiros e leitores da REH,
 
Já está disponível on-line o último número da Revista Eletrônica Estudos Hegelianos: http://www.hegelbrasil.org/rev09.htm.  Informamos que se encontra aberta a chamada para os novos números da mesma. Apreciem!
 
Manuel Moreira da Silva
Editor
 

 
 
 

ISSN 1980-8372

REVISTA ELETRÔNICA ESTUDOS HEGELIANOS

Revista Semestral do Sociedade Hegel Brasileira - SHB

Ano 5º - N.º 09 Dezembro de 2008

 

SUMÁRIO

Editorial

Da atualidade da Filosofia da Natureza de Hegel

Manuel Moreira da Silva

 

REH. Nota sobre o número 9

Manuel Moreira da Silva

Artigos

Circolo e spirale. Il cuneo del contingente della filosofia sistematica

Rossella Bonito Oliva [Università degli Studi di Napoli “L’Orientale” – Itália]

 

Entendimento e força: Sobre um aspecto fundamental da filosofia da natureza na Fenomenologia do Espírito de Hegel

Wolfgang Neuser [Universität Kaiserslautern - Alemanha]

 

Força e Entendimento: Um argumento contra o fisicismo

Konrad Utz [UFC - Brasil]

 

O movimento dialético: a dor e o sofrimento na Fenomenologia do Espírito

Sônia Maria Schio [UCS - Brasil]

 

A liberdade absoluta entre a crítica à representação e o terror

Marcos Lutz Müller [Unicamp - Brasil]

 

A crítica de Hegel ao conceito de lei em Kant

Pedro Aparecido Novelli [UNESP - Brasil]

 

Normas de submissão (Versão resumida)
 

Revista Estudos Hegelianos n. 9 - Completa

 

Revista Eletrônica Estudos Hegelianos

 

 
Manuel Moreira da Silva
 
Editor REH
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#781 De: Manuel Moreira da Silva <reh.editor@...>
Data: Qui, 16 de Jul de 2009 3:50 am
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Editorial

Da atualidade da Filosofia da Natureza de Hegel

Manuel Moreira da Silva

 

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Manuel Moreira da Silva

Artigos

Circolo e spirale. Il cuneo del contingente della filosofia sistematica

Rossella Bonito Oliva [Università degli Studi di Napoli "L´Orientale" - Itália]

 

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Wolfgang Neuser [Universität Kaiserslautern - Alemanha]

 

Força e Entendimento: Um argumento contra o fisicismo

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O movimento dialético: a dor e o sofrimento na Fenomenologia do Espírito

Sônia Maria Schio [UCS - Brasil]

 

A liberdade absoluta entre a crítica à representação e o terror

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A crítica de Hegel ao conceito de lei em Kant

Pedro Aparecido Novelli [UNESP - Brasil]

 

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#780 De: leonarva@...
Data: Sáb, 30 de Mai de 2009 8:36 pm
Assunto: Hegel on-line
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Fenomenologia do Espírito  on-line


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Caras Colegas,

Caros Colegas,

 

Atenção para a mudança de data!!

A  reunião no. 58 marcada inicialmente para o dia 6 de junho foi cancelada e remarcada para o dia 20 de junho.

Ela encerrará as atividades do primeiro semestre de 2009.

Abraços

Leonardo Alves Vieira



#779 De: Diadochus Speculativus <speculativus@...>
Data: Qui, 21 de Mai de 2009 2:07 pm
Assunto: CONVITE: I CONAFIL/II COLÓQUIO KANT DA SKB-PR
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Caríssima Pesquisadora,
Caríssimo Pesquisador,
 

O Departamento de Filosofia da Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO e a SKB-PR vos convida a participar do I Congresso Nacional de Filosofia/II Colóquio da SKB-PR,  com o tema  “Kant, Herança e Interpretação”,  a se realizar de 22/06/2009 a 26/06/2009 na Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO  - Guarapuava- PR.

 

As inscrições para comunicações estarão abertas de 20/05/2009 à 12/06/2009 exclusivamente na página do evento: www.unicentro.br/conafil2009. As comunicações não precisam estar relacionadas ao tema do evento e só serão aceitos resumos expandidos entre 1000 e 1500 palavras. As inscrições para ouvintes também estão abertas e ocorrerão entre 20/05/2009 e 22/06/2009.

Maiores informações na página do evento ou pelo e-mail: conafil@...

 

PROGRAMAÇÃO

  22.06.2009 - Segunda-feira:

19 h às 23h
Abertura Oficial

Conferência de abertura:

"As observações de Kant sobre as raças atingem o universalismo de sua filosofia?"

Prof. Dr. Ricardo Terra (USP).

 

23.06.2009 - Terça-Feira

13h 30min às 15h
Apresentação de trabalhos científicos selecionados para o evento, em forma de comunicação.

 

15h 30min às 18h
Mesa redonda – “Filosofia prática e Antropologia” com as seguintes palestras:

 "A concepção de Justiça em Kant"

Prof. Dr. Rosalvo Schultz (UNIOESTE/Toledo),
 
"Kant e Foucault: Uma aproximação"
Prof. Dr. Vinicius Berlendis de Figueiredo (UFPR),
 "O significado prático da natureza humana em Kant"
Prof. Dr. Daniel Omar Perez (PUCPR),

 

19h às 23 h
Conferência seguida de debate:

"A faculdade prática de apetição nas reflexões antropológicas de Kant"

Prof. Dr. Valério Rohden (PUCPR/UFSC).

 

24.06.2009 – Quarta-Feira

13h 30min às 15h:  
Apresentação de trabalhos científicos selecionados para o evento, em forma de comunicação.

 

15h 30min às 18h:
 Mesa redonda – “O Empírico e o Transcendental no Idealismo kantiano” com as seguintes palestras:

 "Caráter inteligível e caráter empírico na Crítica da Razão Pura"

Prof. Dr. Aguinaldo Pavão (UEL).
 
 "Dogmatismo e Criticismo na encruzilhada da Doutrina do idealismo transcendental kantiano"
Prof. Dr. Luciano Carlos Utteich (UNIOESTE/Toledo),

 

"Sobre o Especulativo em Kant: Ou do reconhecimento de uma região intermediária entre o empírico e o transcendental"
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva (UNICENTRO).

 

19h às 23 h
Conferência seguida de debate:

“Kant e um certo vocabulário musical”

Prof. Dr. Ubirajara Rancan (UNESP/Marília)

 

25.06.2009 – Quinta-feira

13h 30min às 15h
Apresentação de trabalhos científicos selecionados para o evento, em forma de comunicação.

 

15h 30min às 18h
Mesa redonda – “Filosofia Transcendental e Metafísica” com as seguintes palestras:

 

"Filosofia transcendental e Metafísica"
Prof. Ms. Luis Yanzer Portela (UNIOESTE/Toledo)

 

A Concepção kantiana de existência: posição da coisa ou categoria do entendimento?
Prof. Dr. Marco Antônio Valentim (UFPR).
 
Cognição e predicação em Kant
Prof. Dr. Tiago Fonseca Falkenbach (UFPR),

 

19h às 23 h
Conferência seguida de debate:

"A motivação moral em Kant"

Profa. Dra. Maria de Lourdes Borges (UFSC)

26.06.2009 - Sexta-Feira

13h 30min às 17h
Apresentação de trabalhos científicos selecionados para o evento, em forma de comunicação.

 

19h às 23 h
 Conferência seguida de debate:

O sublime matemático de Kant e o expressionismo abstrato na pintura norte-americana

Prof. Dr. Jair Barboza (PUCPR)

 

Encerramento Oficial do I Congresso Nacional de Filosofia da UNICENTRO/II Colóquio da SKB-PR



--
Prof. Dt. Manuel Moreira da Silva,
http://www.hyperapophasis.net

Editor de Contradictio - Revista de Filosofia (UFPR)
Editor da Revista Estudos Hegelianos (SHB)
CELULAR: 55 42 9927-9227
SKYPE: Speculativus
MSN: speculativus@...

#778 De: "Eduardo Ramos" <lued@...>
Data: Qua, 13 de Mai de 2009 2:23 pm
Assunto: Re: [HEGEL] Hegel on-line
lued@...
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  Olá, Léo!
  Estive um pouco ocupado com as coisas por aqui. No último final de semana participei de um Colóquio sobre Filosofia da Mente em João Pessoa. Espero daqui para frente participar das reuniões do Grupo Hegel on-line.
  Um abraço!
  Eduardo.
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, May 04, 2009 9:20 PM
Subject: [HEGEL] Hegel on-line

Fenomenologia do Espírito  on-line

http://www.fafich.ufmg.br/~leonarva/hgonline.html

Prezadas Colegas,

Prezados Colegas,

No próximo sábado, dia 09 de maio, às 10 horas, no Skype (skype name: leonarva), continuaremos nossos encontros virtuais sobre a Fenomenologia do Espírito, a partir do parágrafo 26. Um pequeno resumo de nosso último encontro (Reunião 57) está disponível em  http://www.fafich.ufmg.br/~leonarva/hgonline04.htm.

Aguardo sua presença.

Abraços,

Leonardo Alves Vieira



#777 De: Luiz Henrique Vieira Silva <luizhenriquevieira@...>
Data: Sex, 8 de Mai de 2009 3:41 am
Assunto: Res: [HEGEL] Hegel on-line
luizhenrique...
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Olá Leonardo e demais colegas!
Tenho uma reunião pedagógica na escola marcada para as 8:00h da manhã neste sábado 09/05. Vou tentar sair da reunião as 10:00h e provavelmente entre no grupo as 10:30 ou 11:00, se isso não causar incômodo ou demais problemas.

Luiz Henrique - Curitiba, PR.


De: "leonarva@..." <leonarva@...>
Para: gt_hegel@...
Enviadas: Segunda-feira, 4 de Maio de 2009 21:19:25
Assunto: [HEGEL] Hegel on-line

Fenomenologia do Espírito  on-line

 

http://www.fafich. ufmg.br/~ leonarva/ hgonline. html

 

 

 

Prezadas Colegas,

Prezados Colegas,

 

No próximo sábado, dia 09 de maio, às 10 horas, no Skype (skype name: leonarva), continuaremos nossos encontros virtuais sobre a Fenomenologia do Espírito, a partir do parágrafo 26. Um pequeno resumo de nosso último encontro (Reunião 57) está disponível em  http://www.fafich. ufmg.br/~ leonarva/ hgonline04. htm.

Aguardo sua presença.

Abraços,

Leonardo Alves Vieira




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#776 De: Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa <danilocostaadv@...>
Data: Sex, 8 de Mai de 2009 1:59 am
Assunto: EVENTO: GRANDES PENSADORES ALEMÃES [PORTO ALEGRE - RS]
grupohegelre...
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Prezados Hegelianos e Hegelianas
 
 
 
O Prof. Dr. Draiton Gonzaga [PUCRS], convida-nos a participar do evento:  GRANDES PENSADORES ALEMÃES

 


Local: Auditório do Instituto Goethe (Rua 24 de outubro, 112, Porto Alegre)


Horário: 19h-22h


Inscrições: pelo e-mail info@...


Informações:  (051) 2118-7800


Será fornecido certificado de participação (10h)


Entrada franca. Todas as palestras serão proferidas em português.


Vagas limitadas


 


19.05 (Terça-feira)


19h


Abertura


Reinhard Sauer (Diretor do Instituto Goethe)


Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS)


 


K. MARX


Prof. Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel, Alemanha)


 


20h30min 


E. BLOCH


Profa. Dra. Suzana Albornoz (UNISC)


 


20.05 (Quarta-feira)


19h


F.W.J. SCHELLING


Prof. Dr. Eduardo Luft (PUCRS)


 


20h30min


A. SCHOPENHAUER


Profa. Dra. Muriel Maia Flickinger (UFRGS)


 


21.05 (Quinta-feira)


19h


Clássicos alemães na Antropologia (M. SCHELER, A. GEHLEN, H. PLESSNER)


Prof. Dr. Ernildo Stein (PUCRS)


Palestra e sessão de autógrafos: Ernildo Stein, Antropologia filosófica – questões epistemológicas (Ed. da UNIJUI, 2009, 248p.)


 


20h30min 


T. ADORNO


Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza (PUCRS)


 


Organização: Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS)


Promoção:


Instituto Goethe


ICBA - Instituto Cultural Brasileiro-Alemão


Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da PUCRS (Departamento de Filosofia e Programa de Pós-Graduação em Filosofia)


AEBA/RS (Associação de Ex-bolsistas da Alemanha)


 


 


Prof. Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel, Alemanha) – Doutor em Filosofia pela Universidade de Heidelberg (Alemanha)


Profa. Dra. Suzana Albornoz (UNISC) – Doutora em Filosofia pela UFMG, com estudos na França e na Alemanha


Prof. Dr. Eduardo Luft (PUCRS) – Doutor em Filosofia pela PUCRS, com estudos na Universidade de Heidelberg (Alemanha)


Profa. Dra. Muriel Maia Flickinger (UFRGS) – Doutora em Filosofia pela Universidade de Kassel (Alemanha)


Prof. Dr. Ernildo Stein (PUCRS) – Livre-Docente pela UFRGS, com pós-doutorado nas Universidades de Freiburg, Erlangen, Münster e Tübingen.


Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza (PUCRS) – Doutor em Filosofia pela Universidade de Freiburg (Alemanha)


Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS) – Doutor em Filosofia pela Universidade de Kassel (Alemanha), com pós-doutorado no Arquivo Hegel, na Universidade de Bochum (Alemanha).


 









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Caro Danilo,

peço-te a fineza de divulgar o evento abaixo.

Grato,

Draiton



GRANDES PENSADORES ALEMÃES



Local: Auditório do Instituto Goethe (Rua 24 de outubro, 112, Porto Alegre)

Horário: 19h-22h

Inscrições: pelo e-mail info@...
<mailto:info@...>

Informações:  (051) 2118-7800

Será fornecido certificado de participação (10h)

Entrada franca. Todas as palestras serão proferidas em português.

Vagas limitadas





19.05 (Terça-feira)

19h

Abertura

Reinhard Sauer (Diretor do Instituto Goethe)

Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS)



K. MARX

Prof. Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel, Alemanha)



20h30min

E. BLOCH

Profa. Dra. Suzana Albornoz (UNISC)



20.05 (Quarta-feira)

19h

F.W.J. SCHELLING

Prof. Dr. Eduardo Luft (PUCRS)



20h30min

A. SCHOPENHAUER

Profa. Dra. Muriel Maia Flickinger (UFRGS)



21.05 (Quinta-feira)

19h

Clássicos alemães na Antropologia (M. SCHELER, A. GEHLEN, H. PLESSNER)

Prof. Dr. Ernildo Stein (PUCRS)

Palestra e sessão de autógrafos: Ernildo Stein, Antropologia filosófica -
questões epistemológicas (Ed. da UNIJUI, 2009, 248p.)



20h30min

T. ADORNO

Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza (PUCRS)



Organização: Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS)

Promoção:

Instituto Goethe

ICBA - Instituto Cultural Brasileiro-Alemão

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da PUCRS (Departamento de Filosofia e
Programa de Pós-Graduação em Filosofia)

AEBA/RS (Associação de Ex-bolsistas da Alemanha)





Prof. Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel, Alemanha) - Doutor em
Filosofia pela Universidade de Heidelberg (Alemanha)

Profa. Dra. Suzana Albornoz (UNISC) - Doutora em Filosofia pela UFMG, com
estudos na França e na Alemanha

Prof. Dr. Eduardo Luft (PUCRS) - Doutor em Filosofia pela PUCRS, com estudos na
Universidade de Heidelberg (Alemanha)

Profa. Dra. Muriel Maia Flickinger (UFRGS) - Doutora em Filosofia pela
Universidade de Kassel (Alemanha)

Prof. Dr. Ernildo Stein (PUCRS) - Livre-Docente pela UFRGS, com pós-doutorado
nas Universidades de Freiburg, Erlangen, Münster e Tübingen.

Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza (PUCRS) - Doutor em Filosofia pela Universidade
de Freiburg (Alemanha)

Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS) - Doutor em Filosofia pela Universidade de
Kassel (Alemanha), com pós-doutorado no Arquivo Hegel, na Universidade de Bochum
(Alemanha).

#775 De: "Draiton Gonzaga de Souza" <Draiton@...>
Data: Sex, 8 de Mai de 2009 1:39 am
Assunto: GRANDES PENSADORES ALEMÃES [Evento em Porto Alegre - RS]
Draiton@...
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Prezados Hegelianos e Hegelianas,

O Prof. Dr. Draiton Gonzaga convida-nos a participar do Evento:

"GRANDES PENSADORES ALEMÃES"

Local: Auditório do Instituto Goethe (Rua 24 de outubro, 112, Porto Alegre)

Horário: 19h-22h

Inscrições: pelo e-mail info@...
<mailto:info@...>

Informações:  (051) 2118-7800

Será fornecido certificado de participação (10h)

Entrada franca. Todas as palestras serão proferidas em português.

Vagas limitadas



19.05 (Terça-feira)

19h

Abertura

Reinhard Sauer (Diretor do Instituto Goethe)

Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS)



K. MARX

Prof. Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel, Alemanha)



20h30min

E. BLOCH

Profa. Dra. Suzana Albornoz (UNISC)



20.05 (Quarta-feira)

19h

F.W.J. SCHELLING

Prof. Dr. Eduardo Luft (PUCRS)



20h30min

A. SCHOPENHAUER

Profa. Dra. Muriel Maia Flickinger (UFRGS)



21.05 (Quinta-feira)

19h

Clássicos alemães na Antropologia (M. SCHELER, A. GEHLEN, H. PLESSNER)

Prof. Dr. Ernildo Stein (PUCRS)

Palestra e sessão de autógrafos: Ernildo Stein, Antropologia filosófica -
questões epistemológicas (Ed. da UNIJUI, 2009, 248p.)



20h30min

T. ADORNO

Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza (PUCRS)



Organização: Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS)

Promoção:

Instituto Goethe

ICBA - Instituto Cultural Brasileiro-Alemão

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da PUCRS (Departamento de Filosofia e
Programa de Pós-Graduação em Filosofia)

AEBA/RS (Associação de Ex-bolsistas da Alemanha)





Prof. Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel, Alemanha) - Doutor em
Filosofia pela Universidade de Heidelberg (Alemanha)

Profa. Dra. Suzana Albornoz (UNISC) - Doutora em Filosofia pela UFMG, com
estudos na França e na Alemanha

Prof. Dr. Eduardo Luft (PUCRS) - Doutor em Filosofia pela PUCRS, com estudos na
Universidade de Heidelberg (Alemanha)

Profa. Dra. Muriel Maia Flickinger (UFRGS) - Doutora em Filosofia pela
Universidade de Kassel (Alemanha)

Prof. Dr. Ernildo Stein (PUCRS) - Livre-Docente pela UFRGS, com pós-doutorado
nas Universidades de Freiburg, Erlangen, Münster e Tübingen.

Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza (PUCRS) - Doutor em Filosofia pela Universidade
de Freiburg (Alemanha)

Prof. Dr. Draiton de Souza (PUCRS) - Doutor em Filosofia pela Universidade de
Kassel (Alemanha), com pós-doutorado no Arquivo Hegel, na Universidade de Bochum
(Alemanha).

#774 De: Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa <danilocostaadv@...>
Data: Qui, 7 de Mai de 2009 1:11 pm
Assunto: Lançamento do Livro: O Jovem Hegel - Formação de um sistema pós-kantiano [Ed. Loyola, 2009]
grupohegelre...
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Prezados Hegelianos e Hegelianas
 
 
As letras portuguesas, possui mais uma obra sobre Hegel a que se orgulhar. Foi lançado pela Loyola o livro do Prof. Joãosinho Beckenkamp: Jovem Hegel - Formação de ums sistema Pós-Kantiano.

 

Jovem Hegel - Formação de um sistema pós-kantiano (O)

Autor(es): BECKENKAMP, Joãosinho

Código: LIV.12067
Páginas: 288
ISBN: 9788515036318
Coleção: Coleção Filosofia
Série: 12067
Lançamento: 05/05/2009

atc, Danilo Vaz
 


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